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A essência de debater e não de discutir

julho 30, 2012

Uma das questões expostas por minha ex-prof. de filosofia foi à questão do hábito de debater. Seria um exemplo muito sadio se não fosse o fato que as pessoas não sabem argumentar. Por esta razão as pessoas que tem opiniões “opostas” e com a falta de fontes e raciocínio próprio tendem a se tornarem “mentes fechadas” a novas perspectivas são rechaçadas apenas aceitando aquela que anteriormente foi tornada “indiscutível e inegável” assim como suas novas opiniões.

Mas sobrou um ponto negado: o ato de “brisar”. Será possível a ocupação em não pensar? De alcançarmos um nível de concentração/meditação que não nos interferimos por novos pensamentos? E talvez este branco nos faça refletir mais que qualquer reflexão ou imaginação?

Estas foram minhas indagações que satirizadas, o ato nem foi cogitado como real pois como o ser humano simplesmente para de pensar? Eu poderia estar equivocado em minha “hipótese” pois eu não sou um conhecedor de neurologia para descrever os sistemas cerebrais tais como os estímulos e sentidos captados, processados e descodificados então, por onde começar?

Estamos conscientes de todos os pensamentos/ações?  Não, parte deles os semi-conscientes (respirar por exemplo) ficam responsáveis também pelo cerebelo. E os inconscientes (como o sonho e as batidas do coração) portanto não os controlamos. A parte em que temos consciência, da imaginação, reflexão, etc; também pode ser omitida então se este procedimento ocorrer, estaríamos “alienando” a mente, deixando num estado aparentemente imóvel ou seja a “brisa”. Também por causa desse vazio, estaria dando chance a novos pensamentos que aproveitam a condição da mente, omitiria a sensação de suas percepções, como Sócrates fazia, até mesmo nevando ficava parado por horas meditando.Então está é minha curta explicação sobre a ação de “brisar”.

Idolatria ao Idiotismo

junho 27, 2012

Quem é mais “idiota”: O tolo ou aquele que o segue?

Não sei se vou conseguir sintetizar em apenas um texto os vários desdobramentos sobre o tema. Por exemplo: eventualmente ao usar o termo (mais que merecedor de um post) não posso apenas utilizá-lo como forma pejorativa relacionado a algo que particularmente não gosto, limitaria muito a idéia. É muito fácil a criação de uma relação entre aquilo que não aprecio com um adjetivo negativo, esse artifício é comum porém não convém com a totalidade, apenas se refere a um pedaço. Sempre esquecemos dos antecedentes e daqueles que apóiam, mas como eu em pleno gozo de minha lucidez pude fazer o discernimento e em seguida julgar algo como “idiota”, admitindo um grande número de pessoas que podem dizer o contrário.

Então estando ciente da forma da opinião ser moldada pela perspectiva e conhecimentos, se torna claro que não sou o único capaz de praticá-lo porém estaremos deparados com infinitas formas de chegar na mesma conclusão e também de discordá-la. É realmente chato quando uma conversa se transforma em uma briga de argumentos para descobrir quem está “certo”. Felizmente não se ganham prêmios para quem está “mais correto”, pois isso é insignificante comparado ao que está por de trás dos argumentos: a razão ou emoção?

Independente da escolha, cada qual tem um tipo de influência que afeta tanto o locutor como seu interlocutor, não preciso dar exemplos nem colocá-los em uma balança para demonstrar qual tem um peso mais significativo para a “vitória” mas justamente isso é o problema: de não interessar a “busca da verdade” apenas no zelo do título pseudo-intelectual; de que sabe falar mais, melhor com vários sinônimos e palavras desconhecidas do público comum isso só para deixar tudo mais confuso, numa tentativa de inibir o “adversário” a contra-argumentar.

O Apoio

Disso me faz lembrar do conflito “antigo” (até hoje existe apenas com outro nome) entre os filósofos e sofistas. Parece simples qual “lado” escolher mas em seus debates, não carregariam etiquetas denotando qual seriam suas formações (filosófica/sofistica), o que mostra também uma “deficiência” (não exatamente esta palavra) humana: de não conseguimos acompanhá-los em suas linhas de raciocínio. Então nós incapazes de compreender a totalidade de seus argumentos e muito pior quando prolixos, onde nos baseamos?

Ai que entramos num dos pontos, quando nem os argumentos são “suficientes” para defendermos algo, nos baseamos em fatores que não tem absolutamente nada a ver com o debate ou o contexto.  Os exemplos são milhares, brotam em todos os cantos, entretanto não colocarei nenhum aqui, pois não são importantes. O que é relevante é o dito-cujo de peito inflado, dizendo (ou batendo, outra forma “clássica”) que “eu estou certo e você está errado” sem argumentos é claro. Irônico até acharem dispensáveis de argumentos já que não “precisam”, seus outros fatores tem um peso muito maior, não é mesmo?

Infelizmente o termo “fator” parece vago, vou exemplificar: este ano em que votaremos em pessoas para cargos políticos, uma das melhores formas de escolha seria através da declaração de bens onde são obrigados a publicar e facilmente percebemos quem tem “mansões” que não são compatíveis com suas rendas. Todavia, alguns eleitores encontraram novos fatores, dentre eles você pode imaginar algo relacionado ao partido, a idade, beleza mas convenhamos, o importante não consta nesse fatores mas muitos escolhem a partir deles.

A Defesa

Após a escolha, descendo de um muro que muitos gostam de estar como se fosse um camarote, aproveitando o exemplo anterior; sem os ditos argumentos de quem apóia, estará usando uma base menos confiável e concreta (a opinião) que tem como alicerce um “fator”. Sim a opinião também é falha, pois não está defendo a verdade, nem a ideologia (ainda) apenas um individuo, inflando o peitoril para dizer absolutamente nada; “sim, eu gosto dele/a”, isso é humano, encontrou algo dentro de outro igual e solidariamente o difere dos outros, depois o aprecia e finalmente o apóia. Mas, também é humana sua fé, tal como o fenômeno de “fãs” trazendo em um estágio que conhecemos de fanatismo; a idolatria. Esse é outro ponto, partindo da cegueira da lucidez, as pessoas fazem às vezes o “impensável”. Sumariamente, não tem jeito, fanatismo não pensa.

A defesa também pode ser feita com um ataque, não preciso dizer muito sobre, apenas seria o inverso de suas defesas, se sem argumentos para o próprio apóio são feitos, o que sobraria em seus ataques?

Ideologia

O fanatismo anteriormente mencionado não pode ser apenas relacionado com a ignorância das pessoas. Precisa de “alguém” para pensar por elas que também será influenciado pelo extremismo. Sempre vai existir o “apelo à autoridade” que é estúpido: um fanático continua o mesmo apenas com um destaque, muitas vezes são o que chamam de “intelectuais”. Então este ser passa anos num curso superior, possivelmente vai além com um mestrado ou doutorado para “defender” o mesmo que os leigos o fazem. Pode mudar muito as opiniões, mas infelizmente este fator é forte quiçá dominante.

O pseudo-filósofo

Agora vou complicar mais um pouco quando se usa a filosofia. Aproveitando que a pessoa trabalhe na área, haverá a hierarquia de professor-aluno, o método de ensino, os conteúdos abordados são pessoais ao educador (que desde sempre digo existir a falha na instituição educacional) então, sendo pessoais se baseiam em opinião que são menos “confiáveis” e simplistas (sim o educador não pode ensinar “tudo”), limitados pelo próprio ensino que o bacharelou, está limitado em seus conhecimentos e limitará também para lecionar. Pergunte a um professor o que é um sofista, verá que nenhum irá responder que seria um “ensaio’ de professor; este é o termo não-pejorativo pois eles ensinavam na antiguidade porém limitavam os alunos de inúmeras formas para não serem superados pelos estudante e será que hoje não existe?

Compreendido o ciclo vicioso educacional, quando um fanático se torna um “filósofo” o que acontece?  Se ausente de argumentos, este individuo terá a ousadia de “criá-los” desde um mero paralogismo até o sofismo.  Então, torna um fator (opinião) em “razão” que implica com a verdade. Como acabar com isso? Quebrando o ciclo que infelizmente é pessoal (irônico). O herói estará se deparando com absurdos que preferirá sair em busca da verdade sozinho ou seja não se baseará apenas no ensino com também irá expandi-lo. O herói será um filósofo de fato; que não está interessado em defender pessoas mas em expandir os conhecimentos em busca da sabedoria que diluirá os sofismos e desmitificando os pseudo-filósofos.

Exemplo: o atrito entre Schopenhauer e Hegel.

As Gerações

Não poderia esquecer que na sociedade existe diversas formas de criar os “pimpolhos”, com ou sem dogmas, teístas ou ateus não importa muito o problema que se detecta é uma “memória histórica” que os pais tentam impregnar nas crianças, fazendo elas “viverem” um passado que nunca tiveram ou seja; um mundo paralelo. É possível nessa “carga” serem acrescentado algum tipo de “emoção” que será refletido em seu molde. Todos os pais criam seus filhos a partir de um molde pré-estabelecido pela sociedade que se por acaso isso não ocorra, será marginalizado e excluído pela mesma.

Um desvio óbvio que está acontecendo foi a “desilusão” paternal sobre seus passados, possivelmente pode ter ocorrido de duas formas na mesma época( Guerra Fria / Ditadura Militar): dos avós cercarem a “liberdade” dos futuros pais ou que os pais sentiram um mundo muito “limitante” e que não queriam que ocorresse com seus filhos então, tiveram a idéia de “dar” liberdade total, o que em minha ótica isso significa que os pais se prenderam novamente e seus filhos os consideram como “bancos ou escravos”, o que é essa liberdade a final?

É muito difícil eu dizer  já que não comprei o passado anterior a minha existência para “vivê-lo” mas isso não significa que não existe porém o ambiente não é mais o mesmo então os dito-cujo pais não perceberam a “pequena” mudança da democracia? Estariam então fazendo muito mais que o necessário, dando privilégios aos filhos que jamais tiveram para que? Ah sim, a liberdade, fico admirado pelo ideal construído pelos homens mas para mim é estranha, se imagina como o ápice: pessoas fazendo várias coisas que queriam fazer felizes sem interferências mas, suas escolhas não lhe prendem a tarefas que gostam, que as fazem prisioneiras ao próprio prazer?

A busca da “felicidade” é simplesmente ditada apenas pelo prazer? Este parece o pensamento jovial que o vicia em seus sonhos superficiais, pois a felicidade é passageira, não é fixa a pontos que interligam as pessoas então não só disso a pessoa consegue “viver” então não é que voltamos à ditadura?

Mídia

Ela tem um papel muito importante desde informar à desinformar. É a cultura que aparece por trás da tela e do som. Infelizmente se percebeu com os pontos de audiências que no Brasil cultura é: reality shows, futebol, bundas e peitos. Então houve a revolta, contrariando a própria vontade de assistir a TV muitos decidiram nem chegar perto, usaram o bordão: “ desligue e a TV e leia um livro”. Pois bem, parece não ter surtido o efeito desejado já que os próprios manifestantes não conseguem se desgrudar do televisor de plasma (outra indicação que a mídia venceu).

Como consta no post “Industria Cultural”, vai ser difícil controlar todos as classes do país então a TV fechada seria uma das opções ( que não se compara com a internet) tanto que estão alimentando agora com programas “nacionais”e vamos ver se a idealização governamental funciona.

Prosumer

Significa algo maior que a situação da sociedade (não apenas brasileira) está “sofrendo” com a “Nova Mídia” acompanhada da “contra-reforma” de suas antecessoras tentando controlar seus públicos (o que evidentemente não está surtindo efeito). Infelizmente até a inovação apresenta “recaídas” (ninguém se esquece dos anúncios atrapalhando nosso lazer) não muito grave apenas detalhes que acredito passageiros. Não posso dizer que é uma revolução (gostaria) mas ainda falta muito trabalho. A sociedade não mudou, está trazendo a tradição anterior para novos cômodos o que em minha opinião isso não é bom, pois existe uma nova platéia que simplesmente ignora e volta para seus interesses. Então quem está querendo faturar nesse meio não precisa pensar, a audiência vai mostrar os seus números (e eventuais comentários).

Ainda no mesmo enredo, porém numa ótica nacional:  apesar dessa cultura ser importada dos norte-americanos, muitos tentam reproduzir aquilo como se fosse algo “bom” o empecilho é simplesmente que nós não somos da terra do tio Sam então não estamos acostumados com as novas atitudes assim como a nova  “webetiqueta”

Resultado: Alienação

Com certeza é  um caminho que será traçado por aqueles que caíram nas armadilhas citadas acima dentre muitas outras que infelizmente não mencionei, tentei enxugar o máximo possível, pois sabia que o texto seria muito longo e ai está uma base para futuros pensamento e teses, talvez necessite de alguns reparos.

E se Sócrates não fosse ao julgamento?

junho 23, 2012

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Essa seria uma “versão” em que o filósofo se recusaria a ir, para não prestar defesa já que “não aceitava as acusações” (de não acreditar nos costumes e nos deuses gregos; unir-se a deuses malignos que gostam de destruir as cidades; corromper jovens com suas idéias). Isso se opõe a realidade, mas ocasiona dúvida da necessidade de estar presente no julgamento (tanto fútil como injusto) se as próprias acusações entram em conflito, qual seria a extensão desse problema? Mais problemática quando Sócrates é condenado, como pode acontecer?

É muito difícil estar num julgamento aonde você não chega nem perto de ser um suspeito, das acusações serem superficiais para defender o maldito ego sofista, os acusadores parecem estar satisfeitos em levar alguém que por eles (independente do julgamento em seguida) “já” estava condenado. Isso não passa de um teatro, que a burocracia e normas devem realizar porém em seu interior estão fazendo errado, existe o paralogismo e muito pior fora, onde os sofistas de cabeça erguida comemorando a “vitória”. Não existe diferença entre os denunciantes, são fantoches o passado nem o presente importa ( por isso de seu esquecimento na história) era apenas alguém para oficializar as denúncias sem ter um “dedo” sofista, por isso as infrações entram em conflito, qualquer “coisa” que falassem seria usado contra o filósofo. Eles sabem muito bem que com a verdade não há argumentos por isso dessa cena toda, simplesmente ridículo.

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Por isso de minha versão, independe de estar presente ou não, o julgamento seria feito, e condenado. Estava tudo armado contra o Sócrates e para seus discípulos? Eles poderiam criar uma grande revolta poderiam também se desiludir e voltarem “a caverna”, mas Sócrates vivia, não deixou que seus discípulos cometessem o erro que os sofistas estavam querendo para darem ao paralogismo uma referência: que não concordavam com a condenação e lutarem por isso porém a armadilha estava no Sócrates. Podemos dizer que o filósofo era a personificação da humildade, do bom senso e da verdade, ela pode ser condenada, presa, reprimida, censurada, escondida mas jamais apagada. Tentar mudar o resultado da condenação, reavaliar a situação seria pior que a próprio veredito, seria confirmar que o homem não acredita na verdade e que a filosofia é efêmera e é tão debilitada como o organismo exposto ao veneno.

Sócrates sarcástico como sempre, zombava da morte não tinha medo de criar uma nova fase na filosofia e na história sua morte não representa o fim mas a transformação de seus ensinamentos em verdades que ficaram marcadas pelas areias do tempo. A filosofia continuaria avançando pelos séculos e a verdade continuaria apesar do mundo ser envolvido em uma esfera complexa de sofismo, paralelismo e verdades.

O resumo de filosofia que se tornou filosófico

junho 13, 2012

Em um pequeno trabalho (monografia) encaminhado para os alunos, resumir capítulos aleatórios do livro “Convite à Filosofia- Chauí” tornou-se repetitivo pelas explicações homologas fazendo um resumo algo muito dispensável porem para descumprir o objetivo devido as suas circunstancias o resumo se tornou numa resenha do capitulo, deixando-o mais interessante. Entretanto até mesmo a resenha se transformou, já que superou a expectativa desse formato que se expandiu dos temas propostos e/ou discutidos trazendo novos e recentes, analisando e sintetizando todo o material fazendo ele mais completo do que o objetivo proposto: a síntese do capitulo.

Não poderia entregá-lo assim mas também fazê-lo seria inútil. Boicotamos a fim de favorecer ambos os lados; do professor que receberia um trabalho que estava superando o propósito do livro e dos alunos que de todos do grupo apenas um estava interessado porem sua nota não refletiria seus esforços em busca de algo maior do que um resumo ou resenha e do próprio livro.

O ensaio incompleto permanece esquecido…Até agora.

Introdução

Através do livro convite à Filosofia (Marilena Chauí) iremos  brevemente resumir os capítulos 7 e 11 com possíveis comentários em vermelho.

Paradoxos na Sociedade

A duvida é: ser estudante é um emprego? Os alunos estão fadados a estarem nas salas de aula cumprindo sua função mas apenas isso? Então a sociedade estaria certa em dizer “estudante estuda, não faz política”? Poderia ser esse o paradoxo; pois segundo Aristóteles somos “animais políticos” vivemos todos os dias assim porem apenas a frente saberemos o que é política. Atualmente na USP é perceptível estas idéias: de boicotes tratados como “greves” e “atividades político-partidárias” dentro do campus serem um “direito” por lei. Então fazer política são para poucos (profissionais) ou para todos?

Observamos a palavra “política”, percebemos o ato de administrar o Estado atualmente pelos políticos ou seja uma organização moderna governamental. Outro significado possível se refere ao conjunto de normas de uma gestão (por exemplo, a política escolar que interfere em todo funcionamento dessa instituição). E ainda resta o sentido pejorativo da palavra, pela qual questiona esse ato como algo ilegítimo e que por meios duvidosos obtém benefícios perante a lei (isso porque desde a época de Maquiavel a frase: “os fins justificam os meios” foram má interpretadas e generalizadas). Portanto, política seria a relação de pessoas envoltas em poderes que ocasionam mudanças, tanto no âmbito pessoal como coletivo e também com conseqüências positivas e/ou negativas. (a corrente filosófica anarquista questiona justamente a estrutura estatal pois ela não seria favorável em solucionar conflitos de forma impessoal além de se beneficiar com o “poder repressivo” pelo qual perpetuar seu controle).

Um exemplo mostrado por Chauí foi em 1993 durante o pedido de não-suspensão dos direitos políticos do ex-presidente, Fernando Collor de Mello e por todos os “cantos” só teria sua dignidade preservada se o julgamento do pedido não fosse um “julgamento político”; então os três poderes (executivo, legislativo e judiciário) não podem fazer parte da política e que o STF não poderia julgar politicamente.(?)( A greve dos policiais na Bahia  causou varias duvidas da real finalidade que por sua paralisação simplesmente a população ficou sem sua segurança então foi questionado se a greve nessa instituição não seria algo arriscado e perigoso porem não se questiona ações cometidas pelos mesmo ou seja: o poder repressivo está ciente que seu ato pode ser prejudicial à população e que como o fim do mesmo o Estado perde a razão e os próprios repressores questionam a posição do governo)

A invenção da Política

A “invenção” da política tem a função de solucionar conflitos evitando “a guerra total”. Estabelecendo ao ser humano direitos e deveres enquanto sociedade. E a própria cisma começa ao se discutir interesses conflitantes que almejam o bem comum de seus membros e de como evitar os prejuízos e benefícios?

A mídia favorece a posição pejorativa da política pelo qual a maioria da população se aliena e/ou começa a criar “esperanças utópicas políticas” e se depois se descontentam com o Estado

3 frases, pura filosofia

abril 24, 2010

1ª – “Nossas palavras revelam nossos pensamentos; os modos espelham nossa auto-estima. Nossas atitudes refletem nosso caráter; nossos hábitos predizem o futuro.”

2ª – Ditado Norueguês: “O que uma pessoa mais deseja é que os outros a amem. Se ninguém a amar, que os outros gostem dela. Se ninguém gostar, que os outros a respeitem. Se ninguém respeitar, que os outros a admirem. Se ninguém admirar, que os outros a temam. Se ninguém temer, que os outros a odeiem. Mas o que ninguém quer é ser ignorado”

3ª – “Sou o que sou, e se isso incomoda alguém é porque esse alguém não é o que diz ser”

 Comentários

 I – A primeira frase fala sobre a ação e reação das nossas atitudes que na verdade começa pela idéia e termina com a ação que pode ser particular ou coletiva

II – A segunda frase fala que a pessoa quer ser vista pela sociedade( ou simplesmente aparecer!) mas, o que não pode acontecer é de a pessoas ser ignorada. E que naturalmente a pessoa nunca vai deixar de ser ignorada.

III – A terceira frase fala sobre um tipo de pessoa que tem falsidade e que nunca diz o que ela é de verdade.

IV – A relação entre as 1ª e 2ª frases, é que com nossas atitudes, queremos nos destacar entre os iguais; ser original; ser diferente. O que pode acontecer é de “encaixar” em uma tribo moderna.

V – A relação entre as 2ª e 3ª frases é que as pessoas para se destacarem tenham que ser falsas para ter algum reconhecimento.

VI – A relação entre as 1ª e 3ª frases é que ser falso seja um grande negócio

 As 3 frases tem grande conexão apesar de serem bastante distintas. Elas sozinhas tem grande impacto, juntas são ainda melhores.