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O desparâmetro de uma crítica leiga

janeiro 7, 2013

O que seria dos filmes europeus com uma referência americana? Uns filmes horríveis que nunca terminam e não tem continuidade eu já ouvi como resposta. É claro que é,  assiste só filmes hollywoodianos e quando assiste um de origem francesa se choca, sim é um choque cultural.

Então como crítica é nula pois não existe uma base que faça entender um visão distinta do cinema. Não é só esse local que temos como exemplo mas foi apenas ilustrativo para mostrar que nem toda opinião tem valor útil.

Uma questão básica é como tecer uma crítica ou opinião a algo novo ou diferente do comum, que referências temos primordialmente do que de nossos pre-conceitos?

Antes da própria ideia já temos um limite do aceitável ou do comum, é fascinante de verdade em saber que temos uma pre-opinião de coisas que ainda nem existem! Não estou falando em sonhos ou ficção científica mas cada um de nós temos uma realidade e que na mente temos uma projeção limitada dela mesma, ou seja, um limite do que nos surpreende dentro da própria realidade que nos condiciona a termos uma mente pós realista que aceita “fantasias” mas nem todas. Então nos racionalizamos o nosso real e colocamos bordas e que acreditamos serem universais e inquebráveis.

Mas escapa algumas realidades e que ate então não estavam previstas, toda aquela montagem de pós realismo mental tem falhas que são invisíveis. Não depende apenas fé mas de até onde pensamos.

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Piratas não, Corsários sim

fevereiro 20, 2010

Pirataria moderna todo mundo já sabe, então vou pular essa parte. Se é o “mal do século” eu não sei mas, a origem e organização eu acho que estão um pouco distorcidas.Vamos voltar à época dos LP’s. Na gravadora existe um contrato relativo a vendas de discos nele, X discos vendidos tem parte do lucro para o artista. Entretanto os discos não eram numerados o que dificultava a fiscalização e comprometimento do contrato, assim artistas lesados por isso, queriam que os discos fossem numerados, e foram? Não.

Hoje em dia, os filmes em lançamento já estavam à venda antes mesmo de passarem nos cinemas, estanho não?

Então esse sistema deve ter uma participação de alguém com informações privilegiadas talvez dentro da “corporação” e máquinas adequadas (no caso de fabricação de tênis, brinquedos, óculos, etc) ou simplesmente parte da produção for destinada à pirataria.

O que mais me surpreende é a diferença de preços entre o original e o pirateado, é um absurdo o nível de lucratividade. Dizem que gera desemprego, como? Eu acho estranho. Sonegar impostos, não é exclusivo à pirataria, acontecem também em empresas, governos, instituições, na política (como pessoas bem honestas com a população e ironicamente, são contra a pirataria, mas a corrupção é solta lá então a credibilidade é praticamente zero) e pessoas ricas (ilicitamente). Prejudicar a economia nacional! Nossa como eles estão preocupados! Concorrência desleal, ah não sabem que subsidiar tem uma intensidade de mesma proporção…

Sobre o crime organizado internacional, é um caso muito especifico não é toda a pirataria que está envolvida nisso porque não precisa de “muito”. Sobre esse caso a Interpol explica melhor: http://www.interpol.int/Public/FinancialCrime/IntellectualProperty/Default.asp

E o link do site Pirataria: To fora! (que me baseei para escrever):

http://www.piratatofora.com.br/