Posts Tagged ‘EUA’

A Mensagem da Juventude Brasileira

julho 19, 2013

NYlula

Artigo de Lula traduzido, integral “The Message of Brazil’s Youth” do NYT

São Paulo – Os jovens, os dedos rápidos em seus celulares, tomaram as ruas ao redor do mundo.

Parece mais fácil de explicar esses protestos quando ocorrem em países não democráticos, como no Egito e na Tunísia em 2011, ou em países onde a crise econômica aumentou o número de jovens desempregados assustadoramente altos, como na Espanha e na Grécia, que quando eles surgem em países com governos democráticos populares – como o Brasil, onde atualmente gozam as menores taxas de desemprego da nossa história e uma expansão sem precedentes dos direitos econômicos e sociais.

Muitos analistas atribuem recentes protestos a uma rejeição da política. Eu acho que é precisamente o oposto: Eles refletem um esforço para aumentar o alcance da democracia, para incentivar as pessoas a participar mais plenamente.
Eu só posso falar com autoridade sobre o meu país, o Brasil, onde eu acho que as manifestações são em grande parte o resultado de sucessos sociais, econômicas e políticos. Na última década, o Brasil dobrou o número de estudantes universitários, muitos de famílias pobres. Nós reduzimos drasticamente a pobreza e a desigualdade. Estas são conquistas importantes, no entanto, é completamente natural que os jovens, especialmente aqueles que estão a obtenção de coisas que seus pais nunca tiveram, devem desejar mais.

Estes jovens não viveram a repressão da ditadura militar nas décadas de 1960 e 1970. Eles não viveram durante a inflação dos anos 1980, quando a primeira coisa que fizemos quando recebemos nossos salários foi correr para o supermercado e comprar tudo o que fosse possível antes dos preços subirem novamente no dia seguinte. Lembram-se muito pouco sobre a década de 1990, quando a estagnação e o desemprego deprimido nosso país. Eles querem mais.

É compreensível que assim seja. Eles querem que as qualidades dos serviços públicos melhorem. Milhões de brasileiros, incluindo os da classe média emergente, compraram seus primeiros carros e começaram a viajar de avião. Agora, o transporte público deve ser eficiente, tornando a vida nas grandes cidades menos difícil.

As preocupações dos jovens não são apenas material. Eles querem maior acesso ao lazer e atividades culturais. Mas acima de tudo, eles exigem instituições políticas sejam mais limpas e mais transparentes, sem as distorções do sistema anacrônico político e eleitoral do Brasil, que recentemente se tem mostrado incapaz de gerir a reforma. A legitimidade dessas demandas não pode ser negadas, mesmo que sejam impossível encontrá-los rapidamente. É preciso primeiro encontrar recursos, estabelecer metas e definir prazos.

A democracia não tem compromisso para se silenciar. Uma sociedade democrática está sempre em fluxo, debater e definir as suas prioridades e desafios, em constante desejo de novas conquistas. Apenas em uma democracia pode ser um índio eleito presidente da Bolívia, e um Africano-Americano ser eleito presidente dos Estados Unidos. Apenas em uma democracia poderia um metalúrgico e uma mulher serem eleitos presidentes do Brasil.

A história mostra que, quando os partidos políticos são silenciados, e as soluções são procuradas pela força, os resultados são desastrosos: as guerras, as ditaduras e a perseguição das minorias. Sem partidos políticos não pode haver uma verdadeira democracia. Mas as pessoas simplesmente não querem votar a cada quatro anos. Eles querem interação diária com os governos locais e nacionais, e participar na definição de políticas públicas, oferecendo opiniões sobre as decisões que os afetam cada dia.
Em suma, eles querem ser ouvidos. Isso cria um enorme desafio para os líderes políticos. Ele exige as melhores formas de engajamento, através da mídia social, no trabalho e nos campi, reforçando a interação com grupos de trabalhadores e líderes da comunidade, mas também com os chamados setores desorganizados, cujos desejos e necessidades não devem ser menos respeitado por falta de organização .

Tem-se dito, e com razão, que enquanto a sociedade entrou na era digital, a política permaneceu no analógico. Se as instituições democráticas utilizarem as novas tecnologias de comunicação como instrumentos de diálogo, e não por mera propaganda, eles iriam respirar ar fresco em suas operações. E isso seria mais eficaz trazê-los em sintonia com todas as partes da sociedade.

Mesmo o Partido dos Trabalhadores, que ajudou a fundar e que tem contribuído muito para modernizar e democratizar a política no Brasil, precisa de profunda renovação. É preciso recuperar suas ligações diárias com os movimentos sociais e oferecer novas soluções para novos problemas, e fazer as duas coisas sem tratar os jovens paternalista.
A boa notícia é que os jovens não são conformistas, apático ou indiferente à vida pública. Mesmo aqueles que pensam que odeiam a política estão começando a participar. Quando eu tinha essa idade, eu nunca imaginei que me tornaria um militante político. No entanto, acabamos de criar um partido político e quando descobrimos que o Congresso Nacional praticamente não tinha representantes da classe trabalhadora. Através da política que conseguimos restaurar a democracia, consolidar a estabilidade econômica e criar milhões de empregos.

É evidente que ainda há muito a se fazer. É uma boa notícia que os nossos jovens querem lutar para garantir que a mudança social continua em um ritmo mais intenso.
A outra boa notícia é que a presidenta Dilma Rousseff propôs um plebiscito para realizar as reformas políticas que são tão necessárias. Ela também propôs um compromisso nacional para a educação, saúde e transporte público, em que o governo federal iria fornecer apoio técnico e financeiro substancial para estados e municípios.
Ao conversar com jovens líderes no Brasil e em outros lugares, eu gostaria de dizer-lhes o seguinte: Mesmo quando você está desanimado com tudo e com todos, não desista na política. Participe! Se você não encontrar em outros, o político que você procura, você pode achá-la em si mesmo.

Anúncios

Idolatria ao Idiotismo

junho 27, 2012

Quem é mais “idiota”: O tolo ou aquele que o segue?

Não sei se vou conseguir sintetizar em apenas um texto os vários desdobramentos sobre o tema. Por exemplo: eventualmente ao usar o termo (mais que merecedor de um post) não posso apenas utilizá-lo como forma pejorativa relacionado a algo que particularmente não gosto, limitaria muito a idéia. É muito fácil a criação de uma relação entre aquilo que não aprecio com um adjetivo negativo, esse artifício é comum porém não convém com a totalidade, apenas se refere a um pedaço. Sempre esquecemos dos antecedentes e daqueles que apóiam, mas como eu em pleno gozo de minha lucidez pude fazer o discernimento e em seguida julgar algo como “idiota”, admitindo um grande número de pessoas que podem dizer o contrário.

Então estando ciente da forma da opinião ser moldada pela perspectiva e conhecimentos, se torna claro que não sou o único capaz de praticá-lo porém estaremos deparados com infinitas formas de chegar na mesma conclusão e também de discordá-la. É realmente chato quando uma conversa se transforma em uma briga de argumentos para descobrir quem está “certo”. Felizmente não se ganham prêmios para quem está “mais correto”, pois isso é insignificante comparado ao que está por de trás dos argumentos: a razão ou emoção?

Independente da escolha, cada qual tem um tipo de influência que afeta tanto o locutor como seu interlocutor, não preciso dar exemplos nem colocá-los em uma balança para demonstrar qual tem um peso mais significativo para a “vitória” mas justamente isso é o problema: de não interessar a “busca da verdade” apenas no zelo do título pseudo-intelectual; de que sabe falar mais, melhor com vários sinônimos e palavras desconhecidas do público comum isso só para deixar tudo mais confuso, numa tentativa de inibir o “adversário” a contra-argumentar.

O Apoio

Disso me faz lembrar do conflito “antigo” (até hoje existe apenas com outro nome) entre os filósofos e sofistas. Parece simples qual “lado” escolher mas em seus debates, não carregariam etiquetas denotando qual seriam suas formações (filosófica/sofistica), o que mostra também uma “deficiência” (não exatamente esta palavra) humana: de não conseguimos acompanhá-los em suas linhas de raciocínio. Então nós incapazes de compreender a totalidade de seus argumentos e muito pior quando prolixos, onde nos baseamos?

Ai que entramos num dos pontos, quando nem os argumentos são “suficientes” para defendermos algo, nos baseamos em fatores que não tem absolutamente nada a ver com o debate ou o contexto.  Os exemplos são milhares, brotam em todos os cantos, entretanto não colocarei nenhum aqui, pois não são importantes. O que é relevante é o dito-cujo de peito inflado, dizendo (ou batendo, outra forma “clássica”) que “eu estou certo e você está errado” sem argumentos é claro. Irônico até acharem dispensáveis de argumentos já que não “precisam”, seus outros fatores tem um peso muito maior, não é mesmo?

Infelizmente o termo “fator” parece vago, vou exemplificar: este ano em que votaremos em pessoas para cargos políticos, uma das melhores formas de escolha seria através da declaração de bens onde são obrigados a publicar e facilmente percebemos quem tem “mansões” que não são compatíveis com suas rendas. Todavia, alguns eleitores encontraram novos fatores, dentre eles você pode imaginar algo relacionado ao partido, a idade, beleza mas convenhamos, o importante não consta nesse fatores mas muitos escolhem a partir deles.

A Defesa

Após a escolha, descendo de um muro que muitos gostam de estar como se fosse um camarote, aproveitando o exemplo anterior; sem os ditos argumentos de quem apóia, estará usando uma base menos confiável e concreta (a opinião) que tem como alicerce um “fator”. Sim a opinião também é falha, pois não está defendo a verdade, nem a ideologia (ainda) apenas um individuo, inflando o peitoril para dizer absolutamente nada; “sim, eu gosto dele/a”, isso é humano, encontrou algo dentro de outro igual e solidariamente o difere dos outros, depois o aprecia e finalmente o apóia. Mas, também é humana sua fé, tal como o fenômeno de “fãs” trazendo em um estágio que conhecemos de fanatismo; a idolatria. Esse é outro ponto, partindo da cegueira da lucidez, as pessoas fazem às vezes o “impensável”. Sumariamente, não tem jeito, fanatismo não pensa.

A defesa também pode ser feita com um ataque, não preciso dizer muito sobre, apenas seria o inverso de suas defesas, se sem argumentos para o próprio apóio são feitos, o que sobraria em seus ataques?

Ideologia

O fanatismo anteriormente mencionado não pode ser apenas relacionado com a ignorância das pessoas. Precisa de “alguém” para pensar por elas que também será influenciado pelo extremismo. Sempre vai existir o “apelo à autoridade” que é estúpido: um fanático continua o mesmo apenas com um destaque, muitas vezes são o que chamam de “intelectuais”. Então este ser passa anos num curso superior, possivelmente vai além com um mestrado ou doutorado para “defender” o mesmo que os leigos o fazem. Pode mudar muito as opiniões, mas infelizmente este fator é forte quiçá dominante.

O pseudo-filósofo

Agora vou complicar mais um pouco quando se usa a filosofia. Aproveitando que a pessoa trabalhe na área, haverá a hierarquia de professor-aluno, o método de ensino, os conteúdos abordados são pessoais ao educador (que desde sempre digo existir a falha na instituição educacional) então, sendo pessoais se baseiam em opinião que são menos “confiáveis” e simplistas (sim o educador não pode ensinar “tudo”), limitados pelo próprio ensino que o bacharelou, está limitado em seus conhecimentos e limitará também para lecionar. Pergunte a um professor o que é um sofista, verá que nenhum irá responder que seria um “ensaio’ de professor; este é o termo não-pejorativo pois eles ensinavam na antiguidade porém limitavam os alunos de inúmeras formas para não serem superados pelos estudante e será que hoje não existe?

Compreendido o ciclo vicioso educacional, quando um fanático se torna um “filósofo” o que acontece?  Se ausente de argumentos, este individuo terá a ousadia de “criá-los” desde um mero paralogismo até o sofismo.  Então, torna um fator (opinião) em “razão” que implica com a verdade. Como acabar com isso? Quebrando o ciclo que infelizmente é pessoal (irônico). O herói estará se deparando com absurdos que preferirá sair em busca da verdade sozinho ou seja não se baseará apenas no ensino com também irá expandi-lo. O herói será um filósofo de fato; que não está interessado em defender pessoas mas em expandir os conhecimentos em busca da sabedoria que diluirá os sofismos e desmitificando os pseudo-filósofos.

Exemplo: o atrito entre Schopenhauer e Hegel.

As Gerações

Não poderia esquecer que na sociedade existe diversas formas de criar os “pimpolhos”, com ou sem dogmas, teístas ou ateus não importa muito o problema que se detecta é uma “memória histórica” que os pais tentam impregnar nas crianças, fazendo elas “viverem” um passado que nunca tiveram ou seja; um mundo paralelo. É possível nessa “carga” serem acrescentado algum tipo de “emoção” que será refletido em seu molde. Todos os pais criam seus filhos a partir de um molde pré-estabelecido pela sociedade que se por acaso isso não ocorra, será marginalizado e excluído pela mesma.

Um desvio óbvio que está acontecendo foi a “desilusão” paternal sobre seus passados, possivelmente pode ter ocorrido de duas formas na mesma época( Guerra Fria / Ditadura Militar): dos avós cercarem a “liberdade” dos futuros pais ou que os pais sentiram um mundo muito “limitante” e que não queriam que ocorresse com seus filhos então, tiveram a idéia de “dar” liberdade total, o que em minha ótica isso significa que os pais se prenderam novamente e seus filhos os consideram como “bancos ou escravos”, o que é essa liberdade a final?

É muito difícil eu dizer  já que não comprei o passado anterior a minha existência para “vivê-lo” mas isso não significa que não existe porém o ambiente não é mais o mesmo então os dito-cujo pais não perceberam a “pequena” mudança da democracia? Estariam então fazendo muito mais que o necessário, dando privilégios aos filhos que jamais tiveram para que? Ah sim, a liberdade, fico admirado pelo ideal construído pelos homens mas para mim é estranha, se imagina como o ápice: pessoas fazendo várias coisas que queriam fazer felizes sem interferências mas, suas escolhas não lhe prendem a tarefas que gostam, que as fazem prisioneiras ao próprio prazer?

A busca da “felicidade” é simplesmente ditada apenas pelo prazer? Este parece o pensamento jovial que o vicia em seus sonhos superficiais, pois a felicidade é passageira, não é fixa a pontos que interligam as pessoas então não só disso a pessoa consegue “viver” então não é que voltamos à ditadura?

Mídia

Ela tem um papel muito importante desde informar à desinformar. É a cultura que aparece por trás da tela e do som. Infelizmente se percebeu com os pontos de audiências que no Brasil cultura é: reality shows, futebol, bundas e peitos. Então houve a revolta, contrariando a própria vontade de assistir a TV muitos decidiram nem chegar perto, usaram o bordão: “ desligue e a TV e leia um livro”. Pois bem, parece não ter surtido o efeito desejado já que os próprios manifestantes não conseguem se desgrudar do televisor de plasma (outra indicação que a mídia venceu).

Como consta no post “Industria Cultural”, vai ser difícil controlar todos as classes do país então a TV fechada seria uma das opções ( que não se compara com a internet) tanto que estão alimentando agora com programas “nacionais”e vamos ver se a idealização governamental funciona.

Prosumer

Significa algo maior que a situação da sociedade (não apenas brasileira) está “sofrendo” com a “Nova Mídia” acompanhada da “contra-reforma” de suas antecessoras tentando controlar seus públicos (o que evidentemente não está surtindo efeito). Infelizmente até a inovação apresenta “recaídas” (ninguém se esquece dos anúncios atrapalhando nosso lazer) não muito grave apenas detalhes que acredito passageiros. Não posso dizer que é uma revolução (gostaria) mas ainda falta muito trabalho. A sociedade não mudou, está trazendo a tradição anterior para novos cômodos o que em minha opinião isso não é bom, pois existe uma nova platéia que simplesmente ignora e volta para seus interesses. Então quem está querendo faturar nesse meio não precisa pensar, a audiência vai mostrar os seus números (e eventuais comentários).

Ainda no mesmo enredo, porém numa ótica nacional:  apesar dessa cultura ser importada dos norte-americanos, muitos tentam reproduzir aquilo como se fosse algo “bom” o empecilho é simplesmente que nós não somos da terra do tio Sam então não estamos acostumados com as novas atitudes assim como a nova  “webetiqueta”

Resultado: Alienação

Com certeza é  um caminho que será traçado por aqueles que caíram nas armadilhas citadas acima dentre muitas outras que infelizmente não mencionei, tentei enxugar o máximo possível, pois sabia que o texto seria muito longo e ai está uma base para futuros pensamento e teses, talvez necessite de alguns reparos.

5 Experiências 2 Nações

março 6, 2010

Na Guerra Fria além da competição armamentista da qual se destacou a espacial, também tinha um corrida entre cientistas com seus feitos “magníficos”, e até mesmo antes já faziam experimentos assim.

Mas 5 experimentos do mundo animal me deixaram um pouco triste, já que conseguiram…Sim você ficará chocado também. Os nazistas também fizeram experiências mas, com humanos. Imagine hoje o que estão fazendo, clones? Provável.

O cachorro de duas cabeças de Demikhov

Em 1954 Vladimir Demikhov chocou o mundo quando revelou uma monstruosidade cirurgicamente criada. Um cachorro de duas cabeças.

Ele criou a criatura em um laboratório localizado nos arredores de Moscou, onde enxertou a cabeça, ombros e pernas frontais de um filhote no pescoço de um pastor alemão.

Demikhov preparou uma apresentação diante de repórteres de todo o mundo. Jornalistas suspiravam enquanto as duas cabeças se debruçavam para beber simultaneamente em uma tigela de leite e estremeciam enquanto o leite da cabeça do filhote pingava do tubo desconectado de seu esôfago.

A União Soviética ostentou o cachorro como prova da proeminência médica da nação.

No decorrer dos quinze anos seguintes Demikhov criou um total de vinte outros cachorros de duas cabeças. Nenhum deles viveu por muito tempo, sendo vítimas inevitáveis das conseqüências de rejeição de tecido. O recorde foi de um mês.

Demikhov explicou que os cachorros faziam parte de uma série de experimentos que tinham o objetivo de descobrir uma técnica para o transplante de coração e pulmão humanos.

Em 1967, o cirurgião sul-africano Christian Barnard foi o primeiro a transplantar um coração, mas Demikhov é amplamente reconhecido como o seu precursor.

A cabeça sem corpo de um cachorro

  

O que pode ser mais terrível que criar um cachorro de duas cabeças? Que tal manter a cabeça de um cachorro viva SEM o seu corpo?

Desde a Revolução Francesa, quando a guilhotina enviou milhares de cabeças rolando para cestas, cientistas se perguntam se seria possível manter uma cabeça viva sem o corpo, mas foi só em 1920 que alguém conseguiu uma resposta.

O médico soviético Sergei Brukhonenko criou uma máquina primitiva que exercia as funções do coração e do pulmão à qual ele batizou de “autojetor”. Com o auxílio do aparelho ele conseguiu manter viva a cabeça de um cachorro.

Brukhonenko exibiu uma cabeça viva de cachorro em 1928 diante de uma audiência de cientistas internacionais no Terceiro Congresso de Fisiologistas da URSS.

Para provar que a cabeça sobre a mesa realmente estava viva ele a fez reagir a estímulos. Brukhonenko bateu com uma marreta na mesa, e a cabeça hesitou. Lançou luz em seus olhos, que piscaram. O médico chegou ao ponto de alimentá-la com um pedaço de queijo, que imediatamente caiu pelo tubo esofagueal do outro lado.

A cabeça de cachorro foi assunto de discussões em toda a Europa e inspirou o dramaturgo George Bernard Shaw a dizer “Estou tentado a ter minha própria cabeça cortada de forma que eu possa continuar a ditar peças e livros sem ser importunado por doenças, sem ter que me preocupar em me vestir e comer, tendo como única ocupação a criação de obras primas das artes dramáticas e da literatura”.

Transplante de cabeça de macaco

Esquema mais simplificado e menos chocante

A revelação do cachorro de duas cabeças de Vladimir Demikhov em 1954 desencadeou uma disputa bizarra entre os dois super poderes da época: EUA e URSS.

Determinado a provar que os seus cirurgiões eram os melhores do mundo, o Governo Americano passou a financiar o trabalho de Robert White, que então trabalhava em uma série de cirurgias experimentais em seu centro de pesquisas cerebrais em Cleveland, resultando no primeiro transplante de cabeça de macaco do mundo.

O transplante ocorreu em 14 de março de 1970. White e seus assistentes levaram horas para remover cuidadosamente a cabeça de um macaco e transplantá-la para um corpo novo. Ao despertar e descobrir que seu corpo havia sido trocado, o macaco fulminou White com os olhos e brandiu-lhe os dentes.

O animal sobreviveu um dia e meio antes de sucumbir a complicações da cirurgia. As coisas poderiam ter sido piores pra ele, no entanto. White observou que, do ponto de vista cirúrgico, teria sido mais fácil implantar a cabeça ao contrário.

O médico imaginou que se tornaria um herói, mas o público ficou extremamente chocado com a experiência. A despeito da rejeição, White prosseguiu com uma campanha em busca de fundos para financiar a pesquisa para um transplante de cabeça humana.

Ele viajou o país na companhia de Craig Vetovitz, um quase quadriplégico, voluntário para ser o primeiro a ser submetido ao procedimento. Embora ainda não tenha acontecido, Robert White ainda espera realizar a cirurgia.

Obediência

Em 1963 o cientista Stanley Milgram juntou um grupo de voluntários e inventou uma história de que eles deveriam dar um choque num filhotinho de cachorro cada vez que a cobaia não obedecesse a uma ordem. Os choques aumentavam a cada carga. Dos 20 voluntários que apertavam os botões, 6 se enojaram e saíram da sala. Os 6 eram homens. Todas as mulheres foram até o fim fritando o cachorrinho. Cuidado você pode ser o próximo!

Cães Zumbis

Robert E. Cornish, um pesquisador da Universidade de Berkeley, na Califórnia, durante os anos de 1930, acreditava que havia descoberto uma maneira de trazer os mortos de volta à vida, pelo menos nos casos em que não havia danos em um órgão de maior importância.

Sua técnica envolvia balançar os corpos, para baixo e para cima, como em uma gangorra, para o sangue circular, enquanto injetava uma mistura de adrenalina e anticoagulantes. Ele testou seu método em uma série de cachorros da raça fox terrier. Ele deu a todos eles o mesmo nome, Lázaro, em homenagem ao personagem bíblico que foi trazido de volta à vida por Jesus.

Primeiro Cornish os asfixiava e os deixava mortos por dez minutos. Daí, ele tentava ressuscitá-los. As primeiras duas tentativas falharam, mas os números 3 e 4 foram um sucesso. Com um latido fraco e choroso, os cachorros voltaram à vida. Mesmo cegos e com graves danos cerebrais, eles viveram por meses em sua casa como bichos de estimação, provocando terror em outros cães.

A pesquisa de Cornish provocou tamanha controvérsia que a Universidade da Califórnia acabou mandando-o para fora do campus. Ele continuou seu trabalho em uma cabana feita junto a sua casa, apesar das reclamações dos seus vizinhos pela fumaça misteriosa que estava descascando a pintura das casas.

Muitos anos depois, em 1947, Cornish anunciou estar pronto para aplicar sua experiência em humanos. Ele agora tinha uma nova arma em seu arsenal, uma máquina cardio-pulmonar feita com peças de um aspirador de pó, um radiador, uma roda de ferro, cilindros e 60 mil pecinhas de metal, como aqueles ilhós para passar o cordão de sapato.

Thomas McMonigle, um prisioneiro que esperava pela execução no corredor da morte, tornou-se, voluntariamente, a cobaia, e Cornish pediu autorização ao governo do estado da Califórnia para prosseguir com sua experiência. Depois de alguma discussão, os órgãos responsáveis recusaram a oferta do cientista.

Aparentemente eles ficaram preocupados que, se McMonigle voltasse á vida, eles teriam que libertá-lo. Desapontado, Cornish voltou para sua casa, onde viveu o resto de sua vida vendendo uma pasta de dente que ele havia criado.

Ainda não satisfeito?quer mais?

Veja também:

http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/2149/os-20-experimentos-mais-bizarros-da-histria

 http://www.anda.jor.br/?p=688

 http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDR81259-7943,00.html

Desenvolvidos X Emergentes?

setembro 2, 2009

[Um diálogo político]

-É claro que não tem espiões de ambas às partes, mas o que está em jogo não é a ideologia em si, e sim a situação econômica (PIB) e social (IDH) dos países, porque os desenvolvidos são os que possuem maior suporte tecnológico e os emergentes são os que possuem maior mercado consumidor e recursos naturais, no caso a polarização seria entre EUAXBRIC, só que dessa vez não haveria vencedores ou perdedores, porque quando os emergentes chegarem ao nível de desenvolvidos, eles ultrapassará as potências européias, mas para que isso ocorra teriam que se uni por isso a união da América latina é tão importante, se entra no poder governantes súditos dos americanos e aprovar uma ALCA da vida, já era…

-Concordo com essa ”evolução” dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia, China)
Mas no Brasil, a corrupção impedindo o progresso, e os impostos dava para comprar América Latina inteira! Mas essa ”união” não resultará em lucros porque a Venezuela é conhecida como Caloteira, impedindo grandes negócios.

O Hugo Chávez nacionalizou até empresa argentina, menos as brasileiras, você não viu falando com o Lula, esse Chávez não é idiota como o índio boliviano sacana, que perdeu prestígio aqui no Brasil e os investidores brasileiros devem ter parado de jogar o seu dinheiro naquele buraco de lama que se diz país, mas quando falo união, vai além dos presidentes, é como incluir a Venezuela no MERCOSUL, hoje quem está no poder lá é um insano metido a ditador comunista, mas daqui uns 20 anos talvez não sejam, seria como a união européia, entra direita, sai esquerda e vice-versa, e continua lá, e pensando bem, se o Brasil tivesse jogado umas bombas na Bolívia por terem nacionalizado o petróleo, os países latino-americanos vizinhos iriam nos chamar de imperialista e etc. tal, mas também não podemos ser capachos né, mesmo a usina de Itaipu sendo uma Petrobrás de progresso para o Paraguai, não temos que aceitar tudo que o padre tarado ditar e ficarmos calados temos que negociar, coisa que na ditadura não ocorreu

-Com essa conversa percebe-se que os países da America Latina têm ‘’alguns’’ contratempos, e que um projeto de curto prazo seria em vão. Mas nos esquecemos de dizer que no Brasil ocorreu um grande atraso em regiões Norte e Nordeste, por falta de controle a Floresta Amazônica esta sendo destruída, e muitos trabalhos semi- escravos que são explorados com os mais necessitados (os pobres).
Segundo pessoas que avia conversado esses dias, a desigualdade socioeconômica deste país deveria ser priorizada em relação de resolver problemas, depois casos estrangeiros, o que você acha?

Se for pensar dessa forma, todos os países do mundo iriam ficar se preocupando somente com os problemas de seu país, isso vale até para países europeus q se dizem desenvolvidos, lá tem separatistas, terroristas e bandidos de toda forma, às vezes a solução para o fim da degradação da Amazônia seja a cooperação entre os países sul-americanos q tem ela em parte de seu território, porque mesmo o Brasil tendo a maior parte, a Colômbia, Venezuela, Equador e outros também têm, e o interessante é q eles estão com projetos ecológicos q estão dando certo, o diálogo é o melhor caminho, já em relação ao trabalho escravo isso é culpa (como quase de tudo) do governo, porque é comprovado q o BNDES investe em empresa q faz isso e até para agricultores q devastam a floresta, ou seja, se cada ministério fizesse a sua parte tudo ia ficar bem, mas como tem muito ladrão e incompetente nada dá certo, e essa sua idéia de melhorar uma coisa depois outra, não dá certo, a sociedade não vive só de saúde ou só educação etc.

<<Post 50>>