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O desparâmetro de uma crítica leiga

janeiro 7, 2013

O que seria dos filmes europeus com uma referência americana? Uns filmes horríveis que nunca terminam e não tem continuidade eu já ouvi como resposta. É claro que é,  assiste só filmes hollywoodianos e quando assiste um de origem francesa se choca, sim é um choque cultural.

Então como crítica é nula pois não existe uma base que faça entender um visão distinta do cinema. Não é só esse local que temos como exemplo mas foi apenas ilustrativo para mostrar que nem toda opinião tem valor útil.

Uma questão básica é como tecer uma crítica ou opinião a algo novo ou diferente do comum, que referências temos primordialmente do que de nossos pre-conceitos?

Antes da própria ideia já temos um limite do aceitável ou do comum, é fascinante de verdade em saber que temos uma pre-opinião de coisas que ainda nem existem! Não estou falando em sonhos ou ficção científica mas cada um de nós temos uma realidade e que na mente temos uma projeção limitada dela mesma, ou seja, um limite do que nos surpreende dentro da própria realidade que nos condiciona a termos uma mente pós realista que aceita “fantasias” mas nem todas. Então nos racionalizamos o nosso real e colocamos bordas e que acreditamos serem universais e inquebráveis.

Mas escapa algumas realidades e que ate então não estavam previstas, toda aquela montagem de pós realismo mental tem falhas que são invisíveis. Não depende apenas fé mas de até onde pensamos.

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Simples assim para Schopenhauer

setembro 28, 2012

“O meio mais seguro para não possuir nenhum pensamento próprio é pegar um livro nas mãos a cada minuto livre.”

Schopenhauer acreditava que para ser um erudito, não bastava ter os melhores livros em sua biblioteca pessoal e apenas lê-los, precisaria fazer um estudo com aquele material para formarmos nossas idéias ou seja; absorver o conteúdo e refletir, aprofundando nossos conhecimentos.

Mas difere entre uma pessoa culta de um filósofo por exemplo, pois seriam outros tipos de “livros”, usando o termo figurado para representar a visão particular do mundo e os descrevendo “metalinguísticamente” (“o mundo para o mundo”).

Posteriormente ao filósofo, com os interesses nas teorias da comunicação uma delas baseada na Escola de Frankfurt iria mostrar os pontos negativos da mídia de massa (jornal, radio, cinema e TV) como a alienação. Entretanto nesse contexto atual, apenas ler um livro não lhe deixará menos alienado.

Então, não se limite a apenas ler um livro…