Archive for the ‘Imagens’ Category

A copa das Copas 2014 é da Alemanha !

julho 17, 2014

Parabéns! Agora para o Brasil, só em 2018 na Rússia!

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alemanha

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Os sonhos não envelhecem

junho 14, 2014

ampulheta do tempo5

Por Renata Ferreira 

Quando eu era criança e via um idoso imaginava que tivesse mais de cem anos, assim como era comum observar alguém dos seus vinte e poucos anos e pensar que era “infinitamente” mais velho e “maior”.

Depois que algumas primaveras passaram por mim, ou ao contrário, olho para os idosos não como pessoas mais velhas, mas pessoas desgastadas pela vida. Não me interpretem mal, eu escrevi a palavra “desgastada” e é importante que saibam: a vida desgasta.

Não é só o cabelo que se torna branco ou as linhas de expressão que se tornam cada vez mais demarcadas pelo tempo, os sonhos estão sujeitos ao envelhecimento… Sim, pensem nisso, os pensamentos podem envelhecer tanto quanto a pele, ossos e, a força dos sonhos pode se esvair tanto quanto o andar que vai se tornando difícil e vagaroso.

Com o passar dos anos viver tende a se tornar fatigante, ver as mesmas coisas ou ter a sensação de solidão frequentemente se torna um hábito, hábito que dói e talvez por isso os sonhos percam a força e morram.

Depois de algumas primaveras, eu sei que vinte e poucos anos são apenas vinte e poucos anos, assim como sei que idosos não têm necessariamente mais de cem anos. Estranho, mas crianças a meu ver sempre terão a vida inteira pela frente.

Mas então ser idoso é apenas triste e doloroso? Não, ser idoso é o maior desafio que a vida impõe. Você terá de enfrentar o tempo, passar pela fogueira das paixões e ter sonhos revolucionários sujeitos ao esquecimento. Talvez essa parte da perda de sonhos seja a maior dor e a grande tristeza para muitos, mas há exceções. Se os sonhos forem reais e vivos a ponto de passarem pelo moinho do tempo e a crença neles for maior do que se crê na própria vida, aí sim… Eles permanecerão vivos.

Não sejamos medíocres para crer na vida, sejamos grandes e de fato humanos para crer na juventude eterna dos “sonhos”. Sonhos “reais” não envelhecem.

E eu era o único a meditar…

abril 26, 2014

Meditação simples, em que se senta de forma confortável, e o tempo era baseado na respiração. Era outro tempo, no qual não tínhamos muitas preocupações com o futuro ou com problemas no presente, que agora é um sentimento nostálgico que preciso saciar.

A mente não criava truques que me tirassem de concentração, esquecia o mundo que acontecia ao meu redor, sumiam os cinco sentidos, meus pensamentos se extinguiam e o meu ser desaparecia num infinito além. Apesar desse rompimento material, não tinha medo mas a sensação que acredito que seja de liberdade.

Apesar de sentir desfrutar por poucos momentos, parecendo que foram minutos na verdade no tempo que medimos sempre passam mais, até mesmo horas, e talvez o corpo nos desconte em dor.

Depois de alguns anos perdi esse hábito, perdi minha ocultas conexões, as responsabilidades cresceram, os lazeres diminuíram em razão das novas atividades mas em mim reside a felicidade mas infelizmente também um pouco de ansiedade, stress e depressão, que são fardos que eu carrego e a sociedade me induziu a isso, por causa de suas formas de agir que parecem nos contaminar, sujando a mente e o mundo…
Que se resume mais ou menos desta forma:

“Se você está deprimido,
Você está vivendo no passado;
Se você está ansioso,
Você está vivendo no futuro;
Se você está em paz
Você está vivendo no momento presente.”
Lao Tzu

Mas estou tentando retomar essa prática, porém, não com a mesma facilidade como antigamente. Se manter sem se mexer na mesma posição parece enfadonho, qualquer barulho que for, consegue tirar o meu foco assim como qualquer pensamento (até o pensamento de parar de pensar). Agora a mente trabalha contra mim; por exemplo: antes eu focalizava que flutuava no espaço negro com estrelas mas agora nem chego perto, no máximo apareço num labirinto numa penumbra sem saída.

Depois de mais práticas, o corpo vai aceitando esse processo mas a mente ainda continua com suas armadilhas, que envolvem (não necessariamente nesta ordem): preguiça, ansiedade, desejos, medos, etc.

Mas vou continuando esse caminho, nem muito depressa, nem muito devagar: no meio…

Justin Bieber e o Pós-bullying

abril 26, 2014
Diferenças de estilos, antes e depois...

Diferenças de estilos (de cabelo e de vida) , antes e depois…

Antigamente, aquele cantor mirim com voz aguda e cabelo no estilo tigela, sempre com sorriso no rosto e simpático. Ridicularizado, chamado de babaca, o famoso “biba”, “voz de menina/criança”, “virgem” etc… Sobrou até para a Selena Gomes…Mas ela não foi recebida com uma garrafa de água na testa num show…

Naquela época se me contassem que no futuro bem próximo ele: mudasse de penteado, picharia um muro, fosse expulso de um hotel de luxo, dormiria com prostitutas, usaria drogas, faria racha e fosse preso (mesmo que por pouco tempo), iria rir e nem acreditar que tudo isso aconteceria em um período curto de 2 anos, dentre outros problemas…

Será que sou o único com uma teoria maluca que responde essa questão? Não sou psicólogo, psiquiatra ou psicanalista mas apenas acho que Bieber depositou toda sua frustração desse bullying na própria vida, fazendo de tudo para não corresponder o que os haters falavam antes, parecendo até outra pessoa. Agora sim ele fechou, sendo um grande babaca.

Teoria da Banalidade do Mal

dezembro 9, 2012
Hannah Arendt num selo

Hannah Arendt num selo

Na verdade não é uma teoria, achei interessante que fosse, foi um termo usado pela filósofa (teórica política alemã) Hannah Arendt em seu livro Eichmann em Jerusalém em seu subtítulo. O livro descreve as sessões do julgamento de Adolf Eichmann e procurando mostrar a “identidade” por trás do nazista.

Na análise podemos perceber que não fez por “mal” mas pelo trabalho, isso significa que seus esforços e eficiência eram profissionais e não ideológicos ou anti-semita, estava cumprindo ordens dos seus superiores (esses sim perversos). Eichmann segundo Hannah não é um “carrasco” mas ainda é o “concretizador” dos ideais perversos de seus superiores como Hitler, Göring , Himmler, etc…

A premissa da “teoria” é válida apenas para indivíduos submissos à ordens de superiores. Desconsideramos também que a filosofa se referia a banalização da morte pois essa vivencia só ocorreria na década de 90 (duas décadas depois de sua morte) com o excesso de mortes televisionadas fazendo o fato se tornar banal.

Com sorriso para a câmera numa das sessões de seu julgamento em Israel

Com sorriso Eichmann olha para a câmera numa das sessões de seu julgamento em Israel

Mas afinal, quem seria Adolf Eichmann? Basicamente foi sua logística que exterminou de milhões no que chamamos hoje de Holocausto, e em sua época “solução final” (Endlösung), conhecido como o executor-chefe do Terceiro Reich.

Mas definitivamente tudo ocorreu por causa da Conferência de Wannsee, uma reunião que foi a primeira discussão sobre a “solução final” feita por integrantes de cargos superiores nazistas de vários departamentos do Estado discutindo como proceder com a burocracia do Estado Alemão poderia não interferir nesse processo.

Busto de Heydrich em um selo comemorativo

Busto de Heydrich em um selo comemorativo

O responsável pela reunião foi Reinhard Heydrich, apelidado de Protektor pelos seus superiores (como Hitler) após fazer uma carnificina em territórios que conhecemos hoje como Checoslováquia em prol do seu controle, disse o Fuhrer : “Ele foi um dos maiores nazis, um homem com coração de ferro, um dos mais implacáveis inimigos daqueles que se opõem a este Reich” (ou seja ele não faz parte da banalidade do mal).

Simulação da Guerra Nuclear – Ano 2190

novembro 25, 2012

No antigo jogo SimEarth (sim existe) é possível manipular os planetas (Marte, Venus e Terra) com diferentes níveis etc… Até que fiz uma experiência que achei que não teria mas aconteceu: um guerra atômica!

Sim os humanos são realmente “estúpidos” (no jogo é claro), era apenas faltar os recursos de fonte de energia (especialmente as matérias-primas como o urânio ou plutônio) e ironicamente eclodia uma guerra, cidade contra cidade (o jogo distribui a população em cidade então são cidades-estados ou seja independentes). Com esse experimento pude obter alguns dados (em inglês) muito interessantes:

Vamos começar com a Terra antes da guerra, a tabela do relatório:

O mapa global:

Os biomas (a flora):

A fauna:

A atmosfera:

Agora o resultado pós-guerra:

Localizações das explosões:

Sim, são 136 no total de bombas atômicas

Tabela do relatório:

O mapa global:

Os biomas (a flora):

A fauna:

A atmosfera:

Análise

Data: 1990

Confortavelmente, 387 milhões de habitantes, de diferentes níveis tecnológicos do básico (idade do bronze) ao atual na época (e ironicamente) idade atômica, com uma qualidade de vida “miserável”. Os biomas estavam estáveis, uma Terra verde com vários níveis de vida existente (e obviamente sem dinossauros e mega plantas carnívoras) como uma atmosfera adequada para a vida.

Data: 2190 (em 200 anos, 136 bombas nucleares foram lançadas)

Os quase 400 milhões se tornaram apenas 28 milhões (aproximadamente 7% sobreviveu) e a qualidade de vida “melhorou” para “ruim”. Pela guerra ser apenas feita por civilizações com capacidade tecnológicas desejáveis como a atômica, informática ou nano, as civilizações inferiores foram restantes pois se evoluíssem, entrariam em guerra de auto-destruição.

A Terra não era mais tão verde assim, estava dominada por desertos, isso é explicável pois com a destruição de parte dos biomas, faltava a formação de árvores e seu ciclo de absorção de CO² e formação de O² e para amenizar a temperatura. As explosões extinguiam a vida (de todos os seres terrestres [exceto humanos] e grande parte marinha, onde basicamente sobreviveram os seres unicelulares) e com os gases super-aquecidos lançavam para fora da atmosfera, aumentando também a temperatura e diminuía a densidade do ar, tornando-a frágil.

O primeiro fenômeno que acredito que ocorreria seria o “Verão Nuclear” pois teríamos uma atmosfera muito aquecida em detrimentos de múltiplas explosões, e a ampliação de desertos no planeta, ambas aceleradas pelo efeito estufa e não do “enxofre”* como no segundo fenômeno. A terra infértil pelo calor e o fim da vida.

* O elemento é capaz de reter calor e produzir condições “frias” como em erupções vulcânicas assim como chuvas ácidas.

O segundo e mais “plausível” (mas que discordo como inicial), o “Inverno Nuclear” (teorizado na década de 1980 por Vladimir Valentinovich Alexandrov) que baseado em desastres de grande escala como em erupções vulcânicas, colisões de asteroides e incêndios florestais. A terra infértil pelo frio, o fim.

Imagem tal como ilusão

novembro 25, 2012

É só uma imagem como a do nazismo, da paz ou da anarquia… Te fazem pensar que você é a marca que usa como seu tênis da Nike e sua blusa da Puma…É, te fazer pensar, você não está pensando e eles estão fazendo isso por você ou seja quando eles ligam essa informações, querem que você “ache” que você se torne aquilo mas na verdade, quem quer são as aqueles que estão atrás das marcas e querem vende-las e não fazem você se tornar alguém, você é apenas um consumidor e seu dinheiro, muito obrigado e volte sempre!

Sindicato Fascista?

novembro 25, 2012

No gibi “Sindicato em ação” relacionado ao sindicato dos metalúrgicos e patrocinado pela Força Sindical, uma das edições (exatamente a nº 1 de novembro de 2011) com o título “A união faz a força” no final da história em quadrinhos apresenta de forma fascista sua posição. Propositadamente ou subliminarmente ou até mesmo sem querer apresenta um símbolo fascista: o fasce.

A seguir os trechos do gibi (clique para ampliar):

De fasces, é um símbolo de origem etrusca, usado pelo Império Romano, associado ao poder e à autoridade.

Um fasce romano

Modernamente, foi incorporado pelo regime fascista italiano. No final do século XIX, os fasci eram grupos políticos e paramilitares que constituíram a base do movimento fascista.

Bandeira do chefe de governo do Reino de Itália ou seja de Benito Mussolini

Simples assim para Schopenhauer

setembro 28, 2012

“O meio mais seguro para não possuir nenhum pensamento próprio é pegar um livro nas mãos a cada minuto livre.”

Schopenhauer acreditava que para ser um erudito, não bastava ter os melhores livros em sua biblioteca pessoal e apenas lê-los, precisaria fazer um estudo com aquele material para formarmos nossas idéias ou seja; absorver o conteúdo e refletir, aprofundando nossos conhecimentos.

Mas difere entre uma pessoa culta de um filósofo por exemplo, pois seriam outros tipos de “livros”, usando o termo figurado para representar a visão particular do mundo e os descrevendo “metalinguísticamente” (“o mundo para o mundo”).

Posteriormente ao filósofo, com os interesses nas teorias da comunicação uma delas baseada na Escola de Frankfurt iria mostrar os pontos negativos da mídia de massa (jornal, radio, cinema e TV) como a alienação. Entretanto nesse contexto atual, apenas ler um livro não lhe deixará menos alienado.

Então, não se limite a apenas ler um livro…

Mona Lisa restaurada por Cecilia de Borja

agosto 27, 2012

Mona lisa cecilia borja