Archive for novembro \28\UTC 2012

Ensinar e aprender: atos de coragem

novembro 28, 2012

A primeira vez que entrei numa escola e após brincar muito e depois que as aulas começaram a ter mais conteúdo didático, ingenuamente (mas com lógica) pensei que a instituição educacional mostraria a nós (crianças) a sermos pessoas melhores no futuro, com os conhecimentos dados em aula aprenderíamos e usaríamos posteriormente, ou pela profissão ou por diversão ou curiosidade.

A decepção veio bem rápido quando estava na 5ª serie (6º ano), quando muita carga de matérias foram colocadas em um curto prazo de tempo, e questões que começaram a ser não usuais para o cotidiano (sim claro, exatas). Então entrei em contradição com minha premissa, pois os conteúdos aparentemente não me fariam falta então para qual razão estávamos estudando aquilo?

Outra amarga realidade, tudo que construí sobre o que era a educação, desabou, não imaginava que educar no meu ideal era uma utopia e a resposta era: para passar numa prova, prova? Que teste é esse que resume em perguntas e alternativas todo o meu conhecimento que já tive e depois teria num futuro próximo? Para entrar numa faculdade (exatamente diziam que era uma universidade, e que seria no nível USP), me responderam.

Definitivamente foram anos para que hoje eu tivesse uma resposta (como uma pergunta) “adequada” para essa situação e para isso deveria passar nesse exame a fim dessa experiência me trazer informações essenciais para além de saber, sentir o que é essa “passagem”.

Muito bem, se nós estudantes não estudamos por conhecimento mas por apenas “passar numa prova”(como as semestrais) e que após 12 ou mais anos nesse sistema educacional para fazermos uma “última prova” para entrarmos no ensino superior, ironicamente saímos do segundo grau com quase zero de conteúdo e provavelmente foi detectado nas universidade esse sintoma portanto algumas áreas se dedicam quase um ano para “recapitular” as matérias do ginásio quiçá primárias. Então para que serve a escola (no sentido 1º e 2º grau)?

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Simulação da Guerra Nuclear – Ano 2190

novembro 25, 2012

No antigo jogo SimEarth (sim existe) é possível manipular os planetas (Marte, Venus e Terra) com diferentes níveis etc… Até que fiz uma experiência que achei que não teria mas aconteceu: um guerra atômica!

Sim os humanos são realmente “estúpidos” (no jogo é claro), era apenas faltar os recursos de fonte de energia (especialmente as matérias-primas como o urânio ou plutônio) e ironicamente eclodia uma guerra, cidade contra cidade (o jogo distribui a população em cidade então são cidades-estados ou seja independentes). Com esse experimento pude obter alguns dados (em inglês) muito interessantes:

Vamos começar com a Terra antes da guerra, a tabela do relatório:

O mapa global:

Os biomas (a flora):

A fauna:

A atmosfera:

Agora o resultado pós-guerra:

Localizações das explosões:

Sim, são 136 no total de bombas atômicas

Tabela do relatório:

O mapa global:

Os biomas (a flora):

A fauna:

A atmosfera:

Análise

Data: 1990

Confortavelmente, 387 milhões de habitantes, de diferentes níveis tecnológicos do básico (idade do bronze) ao atual na época (e ironicamente) idade atômica, com uma qualidade de vida “miserável”. Os biomas estavam estáveis, uma Terra verde com vários níveis de vida existente (e obviamente sem dinossauros e mega plantas carnívoras) como uma atmosfera adequada para a vida.

Data: 2190 (em 200 anos, 136 bombas nucleares foram lançadas)

Os quase 400 milhões se tornaram apenas 28 milhões (aproximadamente 7% sobreviveu) e a qualidade de vida “melhorou” para “ruim”. Pela guerra ser apenas feita por civilizações com capacidade tecnológicas desejáveis como a atômica, informática ou nano, as civilizações inferiores foram restantes pois se evoluíssem, entrariam em guerra de auto-destruição.

A Terra não era mais tão verde assim, estava dominada por desertos, isso é explicável pois com a destruição de parte dos biomas, faltava a formação de árvores e seu ciclo de absorção de CO² e formação de O² e para amenizar a temperatura. As explosões extinguiam a vida (de todos os seres terrestres [exceto humanos] e grande parte marinha, onde basicamente sobreviveram os seres unicelulares) e com os gases super-aquecidos lançavam para fora da atmosfera, aumentando também a temperatura e diminuía a densidade do ar, tornando-a frágil.

O primeiro fenômeno que acredito que ocorreria seria o “Verão Nuclear” pois teríamos uma atmosfera muito aquecida em detrimentos de múltiplas explosões, e a ampliação de desertos no planeta, ambas aceleradas pelo efeito estufa e não do “enxofre”* como no segundo fenômeno. A terra infértil pelo calor e o fim da vida.

* O elemento é capaz de reter calor e produzir condições “frias” como em erupções vulcânicas assim como chuvas ácidas.

O segundo e mais “plausível” (mas que discordo como inicial), o “Inverno Nuclear” (teorizado na década de 1980 por Vladimir Valentinovich Alexandrov) que baseado em desastres de grande escala como em erupções vulcânicas, colisões de asteroides e incêndios florestais. A terra infértil pelo frio, o fim.

Imagem tal como ilusão

novembro 25, 2012

É só uma imagem como a do nazismo, da paz ou da anarquia… Te fazem pensar que você é a marca que usa como seu tênis da Nike e sua blusa da Puma…É, te fazer pensar, você não está pensando e eles estão fazendo isso por você ou seja quando eles ligam essa informações, querem que você “ache” que você se torne aquilo mas na verdade, quem quer são as aqueles que estão atrás das marcas e querem vende-las e não fazem você se tornar alguém, você é apenas um consumidor e seu dinheiro, muito obrigado e volte sempre!

Sindicato Fascista?

novembro 25, 2012

No gibi “Sindicato em ação” relacionado ao sindicato dos metalúrgicos e patrocinado pela Força Sindical, uma das edições (exatamente a nº 1 de novembro de 2011) com o título “A união faz a força” no final da história em quadrinhos apresenta de forma fascista sua posição. Propositadamente ou subliminarmente ou até mesmo sem querer apresenta um símbolo fascista: o fasce.

A seguir os trechos do gibi (clique para ampliar):

De fasces, é um símbolo de origem etrusca, usado pelo Império Romano, associado ao poder e à autoridade.

Um fasce romano

Modernamente, foi incorporado pelo regime fascista italiano. No final do século XIX, os fasci eram grupos políticos e paramilitares que constituíram a base do movimento fascista.

Bandeira do chefe de governo do Reino de Itália ou seja de Benito Mussolini