O dia sem TV nem PC

Um belo dia, recebemos uma notícia, no telejornal ou no email de que estes serviços seriam temporariamente suspensos, motivo dos quais são utópicos pela hipótese dessa situação. Estaríamos em primeiro momento indignados por aquele motivo ser estúpido ou talvez sentiríamos até uma razão “razoável” para tal restrição. Dividas as opiniões, não me veria surpreso ao ver na manhã seguinte manifestações contra este atitude e de outros que nem fariam diferença (é claro que os trabalhadores iriam pirar com isso mas não é esse o meu foco). O foco estará no desenvolvimento sociológico dessa situação especialmente do “Panis et circense” porque arrancaria o entretenimento da população de todas as idades, etc. Subtraindo boa parte das atividades no cotidiano, abriria mais tempo de fazermos do ponto político-social atividades fundamentais para se fazerem mudanças “sólidas” especialmente aqui no Brasil[sic]. Mas está utopia não serve infelizmente estamos mexendo com um caráter realístico o que não se encaixa aqui (óbvio) mas psicologicamente falando nós conseguimos ter a “febre da cabine” isso significa como somos incapazes de repelir o tédio.

Voltando ao nosso dia-a-dia, encontramos vários motivos dos quais se sentimos fracos no quesito “burocrático” que nos fazem engolir empecilhos que até impedem os nossos direitos. Mostrando que não significa apenas a nossa boa vontade de agir mas, um sistema governamental que conseguiu “prender” neste ciclo maldito por décadas. Não adianta fazer manifestações em massa é preciso entrar no mesmo jogo “político” infelizmente pois a bel-prazer a passeata pode ser “proibida” e simplesmente reprimida, o que me garante? Onde estão os direitos?

No meio jurídico, definir o que é desobediência civil está numa linha tênue entre neste sistema ainda censitário; pelo qual quem tem mais recursos melhor. Até que pode mudar já que o assunto mais recente está atrelado ao Código Penal que está sendo proposto um “upgrade” que para mim superficialmente entendi que está relacionando apenas aos “novos crimes” e suas penas. Não há necessidade de englobar temas então o post “Código Penal é anacrônico” para aprofundar a dialética.

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