Archive for julho \30\UTC 2012

O dia sem TV nem PC

julho 30, 2012

Um belo dia, recebemos uma notícia, no telejornal ou no email de que estes serviços seriam temporariamente suspensos, motivo dos quais são utópicos pela hipótese dessa situação. Estaríamos em primeiro momento indignados por aquele motivo ser estúpido ou talvez sentiríamos até uma razão “razoável” para tal restrição. Dividas as opiniões, não me veria surpreso ao ver na manhã seguinte manifestações contra este atitude e de outros que nem fariam diferença (é claro que os trabalhadores iriam pirar com isso mas não é esse o meu foco). O foco estará no desenvolvimento sociológico dessa situação especialmente do “Panis et circense” porque arrancaria o entretenimento da população de todas as idades, etc. Subtraindo boa parte das atividades no cotidiano, abriria mais tempo de fazermos do ponto político-social atividades fundamentais para se fazerem mudanças “sólidas” especialmente aqui no Brasil[sic]. Mas está utopia não serve infelizmente estamos mexendo com um caráter realístico o que não se encaixa aqui (óbvio) mas psicologicamente falando nós conseguimos ter a “febre da cabine” isso significa como somos incapazes de repelir o tédio.

Voltando ao nosso dia-a-dia, encontramos vários motivos dos quais se sentimos fracos no quesito “burocrático” que nos fazem engolir empecilhos que até impedem os nossos direitos. Mostrando que não significa apenas a nossa boa vontade de agir mas, um sistema governamental que conseguiu “prender” neste ciclo maldito por décadas. Não adianta fazer manifestações em massa é preciso entrar no mesmo jogo “político” infelizmente pois a bel-prazer a passeata pode ser “proibida” e simplesmente reprimida, o que me garante? Onde estão os direitos?

No meio jurídico, definir o que é desobediência civil está numa linha tênue entre neste sistema ainda censitário; pelo qual quem tem mais recursos melhor. Até que pode mudar já que o assunto mais recente está atrelado ao Código Penal que está sendo proposto um “upgrade” que para mim superficialmente entendi que está relacionando apenas aos “novos crimes” e suas penas. Não há necessidade de englobar temas então o post “Código Penal é anacrônico” para aprofundar a dialética.

Febre da Cabine

julho 30, 2012

É difícil de acreditar, pelo menos para mim, que exista está “doença” em que não conheço uma tradução melhor do que a “febre da cabine” (cabin fever). Ela ocorre em locais muito isolados da civilização então as pessoas não como se comunicarem com ninguém além de não terem passatempos, o que consequetemente, ocorrerá os sintomas, que podem levar a loucura, que são: ansiedade, irritabilidade, esquecimento, muita vontade de dormir e de sair do espaço mesmo num clima desfavorável.

Este assunto não muito difundido pois os lugares onde poderiam acontecer seriam nas antigas prisões e atualmente no Alaska ou Sibéria, ambientes frios e “brancos”. Até os “caçadores de mitos” fizeram um “especial do Alaska” que abordava o assunto, infelizmente não está disponível com dublagem e a legenda do youtube não ajuda muito vídeos: Mythbusters Alaska Special

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É possível perceber que já um tempo que fizeram o programa porém este assunto ressurgiu através da hipótese de que com a falta de “entretenimento” as pessoas iriam se “manifestar” em prol de resoluções de seus problemas. Isso será abordado no post “O dia sem TV nem PC”.

Aproveitando o tema e minha indignação pois o tédio nunca foi um empecilho porque sempre estive em atividade, fico não consigo imaginar aqueles que vivem no tédio, há tanto o que fazer, ler, assistir, participar, ir… Bem, que tal algo mais simples: questionar o que está em sua volta?

Paradoxo do Humilde

julho 30, 2012

Sabendo de sua vida em todos os aspectos, um dia (ou até mesmo agora lendo este texto) parará para pensar sobre honestidade e humildade de outras pessoas ou situações até que todo esse exercício lhe fará voltar para si e se questionará sobre suas atitudes e hábitos trazendo à tona a pergunta: sou humilde? Com esta auto-analise você pode ter 2 conclusões: que não ou que sim. Respondendo negativamente, estará sendo convicto com suas concepções da vida e escapando (na minha perspectiva) do paradoxo, por quê? Vejamos, ao concluir que é humilde, passará em suas avaliação que você se distingue dos outros e que por vangloriar esta constatação; dando maior importância a esse fato, se torna o oposto. Com isso, perde a humildade de “estar” e passa a não “ser” modesto por sua analise que segundo suas convicções seria positivo ter esta caracteriza mas ao parar para argumentar ou melhor, pensar sobre este fato, seu intuito não é mais “humilde” de fato. Então, você é humilde?

Não, de forma alguma após ler o texto acima automaticamente você se torna arrogante, é apenas um exercício de auto-estima, convicção e de moral, pois há vários tipos de explicações do “ser” humilde. O paradoxo não é universal por esta razão, apenas se restringe ao pensamento e não ao estilo de vida.

A essência de debater e não de discutir

julho 30, 2012

Uma das questões expostas por minha ex-prof. de filosofia foi à questão do hábito de debater. Seria um exemplo muito sadio se não fosse o fato que as pessoas não sabem argumentar. Por esta razão as pessoas que tem opiniões “opostas” e com a falta de fontes e raciocínio próprio tendem a se tornarem “mentes fechadas” a novas perspectivas são rechaçadas apenas aceitando aquela que anteriormente foi tornada “indiscutível e inegável” assim como suas novas opiniões.

Mas sobrou um ponto negado: o ato de “brisar”. Será possível a ocupação em não pensar? De alcançarmos um nível de concentração/meditação que não nos interferimos por novos pensamentos? E talvez este branco nos faça refletir mais que qualquer reflexão ou imaginação?

Estas foram minhas indagações que satirizadas, o ato nem foi cogitado como real pois como o ser humano simplesmente para de pensar? Eu poderia estar equivocado em minha “hipótese” pois eu não sou um conhecedor de neurologia para descrever os sistemas cerebrais tais como os estímulos e sentidos captados, processados e descodificados então, por onde começar?

Estamos conscientes de todos os pensamentos/ações?  Não, parte deles os semi-conscientes (respirar por exemplo) ficam responsáveis também pelo cerebelo. E os inconscientes (como o sonho e as batidas do coração) portanto não os controlamos. A parte em que temos consciência, da imaginação, reflexão, etc; também pode ser omitida então se este procedimento ocorrer, estaríamos “alienando” a mente, deixando num estado aparentemente imóvel ou seja a “brisa”. Também por causa desse vazio, estaria dando chance a novos pensamentos que aproveitam a condição da mente, omitiria a sensação de suas percepções, como Sócrates fazia, até mesmo nevando ficava parado por horas meditando.Então está é minha curta explicação sobre a ação de “brisar”.

Sic passim

julho 30, 2012

“Está assim por toda parte” em latim.

Eu compreendo que a política de um modo nacional está completamente corrompida, a diferença seria: com quem “prender o rabo?” Não preciso dizer o quão são usados de propaganda as inaugurações, reformas em um ano de eleição.E de outra forma “grupos” usam o na este ano para contra-atacar, aproveitando a “boa” vontade dos políticos em resolver problemas porém, um grupo especifico usou a data como uma forma apelativa com um recurso muito antiquado, o que me deixou surpreso por tanto “antiguidade”. O grupo que me refiro é o “Trombeta” em que na edição de 2012, em um jornal com apenas 4 paginas, uma delas foi mostrada a “suposta” intimidação em que o carro do jornal foi “estilhaçado”.

Pois bem, conhecido as conseqüências desenfreados do fanatismo em “Idolatria ao Idiotismo”, tenho certeza que estilhaçar apenas 2 vidros de um carro seria pouco(financeiramente), que vândalos  mais generosos! Que coincidência ao saber que para concertar era apenas trocar os vidros (que são relativamente baratos).Se realmente alguém estivesse interessado em “destruir” um carro, começaria pelos pneus, retrovisores, lataria (com a famosa chave) e depois os vidros ou até mesmo o incendiaria.

Não informaram data, local ou BO… Que “basta” é esse? Sim para esta simulação de intimidação sairia muito caro para os bolsos dos mesmos, não valeria à pena. Mas nem tente novamente este ano, está muito na cara, que tal em outro ano eleitoral?

Historycraft: jogando e aprendendo história

julho 9, 2012

Imagem de abertura do Historycraft

Seria possível estar num jogo e aprender história? E que tal neste meio um professor lhe ensinar a mesma matéria da escola? Sim é possível e é muito divertido porque na sala de aula o tempo não passa além de ser muito desgastante. Agora existe uma inovação no ensino.

A idéia revolucionária partiu do professor, Tiago Duque, que reconheceu como os games podem ser divertidos mesmo lecionando. Então partiu da idéia para a prática seu canal no youtube: Historycraft

“Estudos através de games, que tal fazer algo legal? Este canal é voltado para a criação e promoção de vídeos que utilizem os videogames não só como forma de entretenimento, mas também de aprendizagem para todas as idades.”  Tiago Duque sobre o canal

E agora, querem aprender história?

Youtube: http://www.youtube.com/user/Hisirous/featured

Sigam no Twitter: https://twitter.com/#!/Hisirious

E-mail para dúvidas e contato: historycraft@hotmail.com

Página no Facebook: http://www.facebook.com/Hisirious

Veja o vídeo mais recente por aqui também:

Pyrovision: everything is so…

julho 1, 2012

Meet the Pyro

Do you believe in magic…

Credits/source: picture