Archive for janeiro \27\UTC 2010

A verdadeira Moto Monster

janeiro 27, 2010

E por consequência a maior moto…

David After Dentist

janeiro 27, 2010

Se eu saisse assim do dentista, nunca iriam acreditar…Ainda bem que filmaram ele rsrs

SERIOUS BABY – THE EVIL LOOK

janeiro 27, 2010

Primeira vez que vi um bebê fazendo isso!

Wooly Bully

janeiro 27, 2010

Nossa! A quanto tempo procurei essa música, bem mais tarde do que nunca!

PNDH-3, comentários

janeiro 20, 2010

Por Fábio Konder Comparato(professor Emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo)

Há algo surpreendente (para dizer o mínimo), com todo esse estardalhaço a respeito do III Programa Nacional de Direitos Humanos, que o Governo Lula acaba de apresentar. Quase todos os pontos acerbamente criticados por militares, latifundiários e donos de empresas de comunicação, já constavam dos dois Programas anteriores, elaborados e aprovados pelos sucessivos governos de Fernando Henrique Cardoso.

E mais: nos dois Programas precedentes, vários desses pontos polêmicos continham propostas mais fortes e abrangentes do que as constantes do atual Programa. Ora, os Programas de Direitos Humanos aprovados pelo então Presidente Fernando Henrique, em 1996 e 2002, passaram praticamente despercebidos na imprensa, no rádio e na televisão.

Como explicar, então, toda a bulha suscitada pelo Programa do Governo Lula, com conflitos públicos entre Ministros e acusações de desestabilizaçã o da ordem constitucional vigente, para desembocar no vergonhoso acordo negociado entre o presidente e a oposição? Não é preciso ter o olfato aguçado, para sentir em tudo isso o fedor eleitoral. Afinal, já entramos, neste ano da graça de 2010, no único período ativo da classe política. Mas façamos as comparações acima enunciadas.
 
Conflitos no campo e reforma agrária

O Programa Lula não contém nenhuma proposta de mudança legislativa e, menos ainda, constitucional, a esse respeito. Limita-se a falar em fortalecimento da reforma agrária, e em atualização dos índices de utilização da terra e de eficiência na exploração. Tais índices foram fixados em 1975, e até hoje, apesar dos sucessivos protestos dos movimentos de reforma agrária, continuam os mesmos. São eles que comprovam o fato de uma propriedade rural ser improdutiva, requisito constitucional para a sua expropriação. Ora, os grandes empresários rurais – perdão! os “agricultores” , como diz o ministro Stephanes – não cessam de alardear o fato de que a agricultura capitalista aumentou brutalmente a produtividade das terras.

O primeiro Programa do Governo Fernando Henrique, em 1996, continha a proposta de um projeto de lei, que tornasse obrigatória a presença no local do juiz ou do representante do Ministério Público, quando do cumprimento de mandados judiciais de manutenção ou reintegração de posse de terras, que implicassem a expulsão coletiva dos seus ocupantes. Ninguém ignora que, no cumprimento desses mandados judiciais, a ação da Polícia Militar costuma provocar mortes e lesões corporais graves. No mesmo Programa de 1996, lê-se a seguinte proposta: “apoiar proposições legislativas que objetivem dinamizar os processos de expropriação para fins de reforma agrária, assegurando- se, para prevenir violências, mais cautela na concessão de liminares”.

Em 2002, sempre no Governo Fernando Henrique, o II Programa de Direitos Humanos sugere apoiar “a aprovação de projeto de lei que propõe que a concessão de medida liminar de reintegração de posse seja condicionada à comprovação da função social da propriedade, tornando obrigatória a intervenção do Ministério Público em todas as fases processuais de litígios envolvendo a posse da terra urbana e rural”.Pergunta-se: onde estava então a União Democrática Ruralista (não se perca pelo nome), que não foi às ruas denunciar a subversão comunista contida nessas proposições?

Meios de comunicação de massa

Nessa matéria, a “audaciosa” proposta do Programa Lula, que suscitou a indignação dos donos de jornais, rádios e televisões, foi a regulamentação do art. 221 da Constituição, o qual até hoje, transcorridos 21 anos de sua promulgação, permanece letra morta. E o que propuseram os Programas de Fernando Henrique sobre o assunto? A mesma coisa, mas com um importante acréscimo: “garantir a imparcialidade, o contraditório e direito de resposta na veiculação de informações, de modo a assegurar a todos os cidadãos o direito de informar e ser informado”. 

Hoje, em razão de lamentável decisão do Supremo Tribunal Federal, não existe mais lei de imprensa no Brasil. Que eu saiba, somos o único país do mundo com esse vácuo legislativo. Ora, sem regulamentação por lei do direito de resposta nos meios de comunicação de massa, o cidadão fica inteiramente submetido ao arbítrio deles.
 
Revogação da lei de anistia?

O ministro da Defesa, acolitado pelos chefes das três armas militares, rasgou as vestes e pôs cinza na cabeça, ao ler a seguinte proposta do atual Programa de Direitos Humanos: “Criar Grupo de Trabalho para acompanhar, discutir e articular, com o Congresso Nacional, iniciativas de legislação propondo: revogação de leis remanescentes do período 1964-1985, que sejam contrárias à garantia dos Direitos Humanos ou tenham dado sustentação a graves violações.”
         “Aí está”, esbravejou o ministro, “querem revogar a lei de anistia!”

Pelo visto, os assessores do ministro imaginam que quem é suposto conhecedor de estratégia militar é também entendido em estratégia política. Erro funesto. Ao imaginar que a citada proposta do III Programa de Direitos Humanos tem em mira a lei de anistia de 1979, a corporação militar tirou a máscara. Ela reconheceu que esse diploma legal viola os direitos humanos, e que essa violação só pode consistir no fato de a indigitada lei haver anistiado os agentes públicos, militares e policiais, que mataram, estupraram e torturaram opositores ao nefasto regime político de 1964 a 1985.

Tranquilizem- se, porém, o ministro e os chefes militares. O que o Conselho Federal da OAB propôs no Supremo Tribunal, por meio da arguição de descumprimento de preceito fundamental nº 153, não foi a revogação da lei de anistia. Aliás, em um Estado de Direito o Poder Judiciário não tem poderes para revogar leis. Objeto daquela ação é a declaração judicial de que a Lei nº 6.683, de 1979, não anistiou os autores de crimes de sangue e de violência contra opositores políticos, durante o regime militar.

É só isso. Mas isso, uma vez admitido, será a condenação definitiva da “ditabranda” , tão louvada por um jornal de São Paulo.

A Comissão de Verdade

 É realmente inacreditável que essa proposta do III Programa de Direitos Humanos tenha provocado tanto escarcéu, pois nesse ponto pode-se dizer que a montanha pariu um camundongo.

A criação de uma comissão de alto nível, com a participação da sociedade civil, destinada a apurar as atrocidades cometidas durante duas décadas neste país, sob a responsabilidade final dos dirigentes militares, foi discutida durante anos em congressos, seminários e mesas redondas, em todo o território nacional. A Secretaria Nacional de Direitos Humanos, afinal, fixou-se na sugestão de criar tal comissão por decreto presidencial. Mas o presidente da República, como era esperado, voltou atrás na última hora e preferiu enviar o assunto às calendas gregas; isto é, ao Congresso Nacional. Não se esqueça que estamos em ano eleitoral, e que um eventual projeto de lei, nesse sentido, jamais será votado até o encerramento da vigente legislatura, em dezembro de 2010.

Como se vê, não é preciso ter muita habilidade para capturar o ratinho, que saiu cambaleante do ventre da montanha.Finalmente, voltando de férias, o presidente da República decidiu negociar um acordo com os críticos do III Programa de Direitos Humanos. O Programa já não é por ele aprovado, mas simplesmente “tornado público”. Além disso, o presidente recomendou que os pontos polêmicos, notadamente a Comissão de Verdade, sejam abrandados.

Como se vê, de ambos os lados o macaco não soube esconder o rabo. As classes dominantes demonstraram que sua maior arma política é a dominação empresarial dos meios de comunicação de massa. Uma democracia autêntica só pode existir quando as diferentes camadas do povo têm liberdade de se comunicar entre si. Entre nós, porém, os canais públicos de comunicação foram apropriados pela classe empresarial, em seu próprio benefício, deixando o povo completamente à margem.

O presidente da República, por sua vez, seguindo seus hábitos consolidados, resolveu abafar as disputas e negociar um acordo. Esqueceu-se, porém, que nenhum acordo político decente pode ser feito à custa da dignidade da pessoa humana.

Mesada, realmente necessária?

janeiro 20, 2010

É, esse assunto tem muito o que falar mas, para começar eu responderei a pergunta, não, eu nunca tive o interesse de privar minha liberdade financeira mas, veja bem em toda a minha vida jamais tive que desembolsar bastante para comprar algo, porque sempre ouvi: você realmente precisa disso ou espere a temporada, para o preço “despencar”.

Para fazer este post fiquei pesquisando opiniões e procedimentos que envolvam a mesada, já fiquei assustado em ler que “deve-se” introduzi-la quando a criança está começando a aprender a somar e subtrair, por volta dos 6… Cara, nunca imaginei eu nessa idade pensando em dinheiro, acho que essa “inicialização” é para futuros banqueiros xP – nessa idade é para brincar e não ficar contando dinheiro.

Assim quando a criança faz qualquer coisa de errado, ha! Já cortam a mesada. Também nessa idade acho que gastariam em coisas fúteis(doces, bem saudáveis rsrs ai tem que ir para o dentista…), dá dó do porquinho…Além disso estava imaginando, e se ela for “treinada” com algumas falhas e ela começar a ter uma ambição sedenta por dinheiro, por exemplo nesse dialogo: Mãe: – Filho vamos à praia? / Filho: – E quanto isso vai me lucrar? Mas não se preocupe, é hipotético, precisa de uma disposição conveniente dos eventos; conveniência. Assim ele sempre terá conseqüências negativas e positivas.

Será essa a única forma de ensinar a cuidar do dinheiro? Não, tem várias por exemplo: o patriarca dos Rotschild (Mayer Amschel Rostchild) como queria que seus filhos homens continuassem no ramo dele, preparava-os por exemplo, quando um filho pedisse dinheiro, ele “emprestava” o dinheiro para o filho mas, que “devolvesse” deste modo para criar habilidades de negociação, etc… E você viu no que deu.

Outra forma seria de dar trabalhos domésticos que fossem pagos, trabalhos de estágio como um aprendiz mas, nunca coloque-o no topo dos negócios senão vai ser como a Matarazzo.

Também tem dois ‘’pesos’’ que devem ser comparados: Educação e Trabalho. Quando pesados você julgará o melhor, terminar os estudos ou começar a trabalhar, mas isso é cada um por si.

CARTA DE SATANAS!

janeiro 13, 2010

Ontem eu te vi quando começava o seu dia. Acordou e nem sequer orou ao seu Deus. Ou melhor, durante todo o dia você não orou, e nem lembrou de abençoar sua comida. Você é muito ingrato para com o seu Deus, e isso em você me agrada muito. Eu também gosto da enorme fraqueza que sempre demonstra no que diz respeito ao seu crescimento espiritual, em ser um cristão.
Raramente lê a Bíblia e quando faz está cansado. Não medita no que lê, ora quase nada, além disso, muitas vezes diz palavras que não analisa. Por qualquer pretexto chega tarde ou falta ao seu culto de ensino. E o que falar de suas murmurações? Temos assistido muitos filmes juntos, sem falar nas vezes que fomos juntos ao teatro. Lembra daquele dia da tua fraqueza com aquela linda pessoa? Oh como foi bom!
Mas o mais me agrada é que você não se arrepende. E que sabe que é jovem e tem que aproveitar a vida, pensa só na carne e acredita que precisa ser salvo para a eternidade. Não há duvida você é um dos meus.
Amo as piadas vergonhosas que você conta e que também escuta. Você ri delas, eu também rio de ver um filho de Deus participando disto. O fato é que nos sentimos bem. A musica vulgar e de duplo sentido que você escuta me agrada demais. Como você sabe quais são os grupos que eu gosto de escutar? Também adoro quando murmura e se revolta contra o seu Deus.
Sinto-me feliz quando vejo você dançando e fazendo estes movimentos sensuais, eles me fascinam. Como isso me agrada!!! Você quer se encontrar comigo qualquer dia destes???
Certamente quando você está se divertindo saudavelmente, fico triste, mas sem problema, sempre haverá outra oportunidade. Tem vezes que me faz coisas incríveis, quando da mal exemplo as crianças ou quando os autoriza para perderem a sua inocência através da televisão, musicas ou coisas do gênero. Eles são tão espertos que imitam facilmente tudo o que vêem. Muito obrigado.
O que mais me agrada é que poucas vezes tenho que te tentar, quase sempre cai por conta própria. Você busca os melhores momentos, se expõe as situações perigosas, me dando lugar!
Se tivesse cabeça mudaria de ambiente e de companhias; buscaria a palavra de Deus e entregaria realmente a tua vida aquele que você chama de Deus e, ainda mais, viveria o resto de seus anos sob a orientação do Espírito Santo.
Não tenho costume de enviar este tipo de mensagem, mas você é tão acomodado espiritualmente que não acredito que vá mudar nada. 
Não me entenda mal, eu te odeio e não te dou a mínima. Se eu te busco é porque você me satisfaz com as tuas atitudes e faz cair em ridículo a Jesus Cristo. 
AssinadoTeu inimigo que te odeia: Satanás
ou como queira me chamar
 
P.S. Se realmente me amas,
não mostre à ninguém mais esta carta.

Os estágios do Amor

janeiro 13, 2010

Uma maneira bem simplificada de sobre onde está o amor no relacionamento. Atenção, resultados variados =P

1- O Romance: A emoção é seu guia e o amor é cego

2- A Desilusão: O racional toma conta, e os defeitos aparecem, tratando-os com raiva e até medo. Foi puxado o tapete do amor e as duvidas começam e as respostas são muitas…Uma decepção.

3- Luta pelo Poder: O casal luta para tudo voltar a ser como era, um romance. Mas a vida é um ciclo e ela segue em frente, e agora é necessários elas despertarem.

4- O Despertar: Há compreensão das diferenças, não é necessário o divórcio.

5- O Casamento Duradouro: O amor está sob equilíbrio.

Lei de Murphy

janeiro 6, 2010

Todos os dias, imaginamos ou temos expectativa de ter o melhor dia possivel então, nunca desejamos algo de ruim. A lei de Murphy convém para isso, de sempre conter algum contratempo. Dessa forma a ‘’coisa’’ errada tem um ‘’peso’’ maior do que a ‘’coisa’’ certa trazendo uma desigualde. Essa desigualdade é péssima para o aprendizado porque limita a pessoa por um preconceito que é por causa do paradigma que, traz um sentimento negativo para essa experiência. Mas mudando de paradigma e começarmos a aceitar os erros diários isso passará a ser esquecido de ser algo ruim e se transformará numa experiência; num aprendizado, tornando as dificuldades menos ‘’letais’’, melhorando o modo de viver da pessoa.

Dessa forma, a lei não se torna num receio e sim de uma expectativa mais humana porque errar é humano.

Socialismo bom é socialismo utópico

janeiro 6, 2010

Quando se pensa em socialismo se lembra no vermelho da bandeira, uma grande multidão para uma reforma ou revolução. Mas já percebece-se que o no papel é uma maravilha, os conceitos, os objetos, os meios, etc…No entanto, quando implantanto não ocorre como deveria. Tanto o socialismo como o capitalismo nunca funcionam perfeitamente quando inserido no país mas, prefiro o capitalismo, que nós estamos acostumados nesse sistema e temos possibilidade de crescer socioeconomicamente enquanto no socialismo tradicional, tanto o engenheiro como um pedreiro recebem o mesmo salário.

Para alguns a solução para melhorar o desempenho do país, por exemplo, deveria ‘’misturar’’ socialismo com capitalismo porém, é pouco provável que isso também funcione numa escala nacional. No entanto, Saint-Simon propôs que com a base capitalista fazendo a manutenção do Estado mas, só se concordassem em assumir certas responsabilidades sociais. De outro modo, numa escala menor o cooperativismo seria uma ótima solução para a economia de fazendeiros por exemplo, ao invés de um só comprar um trator para suas terras, um grupo de fazendeiros da região repartir o custo da compra do trator e dividir o uso do mesmo, uma ótima solução mas, nem todos pensam assim.

Outra solução mais agressiva seria de fazer uma reforma num país para introduzir o socialismo. E então o passado nós ensina muito e para dar certo deve-se pensar que deverá acontecer muito coisa mas, vamos apenas nós focalizar na revolução. De uma forma simplificada, a burguesia conseguiria trazer o bem estar geral mas, isso não significaria nada para o proletariado por terem necessidades diferentes então seria uma segunda revolução para alcançarem seus objetivos. E também para consolidar um Comunismo é obrigado ter uma ditadura.

Apesar de terem outras formas de ‘’fazer socialismo’’ é muito difícil alterar toda uma nação de uma forma não tão democrática, um dos pontos de conflitos nesse caso seriam: como poderei dividir os bens para outras pessoas para ‘’parecerem’’ iguais perante a sociedade?

Varias repostas eu admito e com certeza mais discussão…

 Sobre o MST fiz um ensaio para ver o que aconteceria se fizessem tudo que dizem fazer: Então vamos imaginar uma situação hipotética, em 2010 o Presidente da Republica fará tudo o que tem que fazer, mas vamos apenas focalizar no MST. Estariam fazendo um projeto que lotearia terrenos improdutivos ou propriedades que não cumprem a função social da ou ambiental. Assim todas as famílias do MST e famílias pobres teriam um lote. Já se sabe que muitos usariam boa parte do lote para subsistência e como a taxa de natalidade é alta, todas as famílias são grandes. Posseiros infelizmente estariam dentro dessa faixa, mas não se tem fiscalização suficiente para isso. Os beneficiados desse programa teriam necessidade de mais dinheiro para construir suas propriedades e a bolsa família não é suficiente, muitos também teriam problemas com o solo improdutivo e precisariam de adubo para resolver. Infelizmente por conseqüência teria uma crise de abastecimento (alimentos, materiais, etc) e o governo teria que desembolsar para resolver isso.

 Muitos grandes proprietários agropecuários se sentiram prejudicados já que perderam hectares e por conseqüência os produtos ficaram mais caros e o governo precisaria subsidiar para não perder o prestígio dos países que importam nossos produtos. Proprietários de certas regiões intensificaram o desmatamento e a contratação de pistoleiros e precisaria das forças armadas.

 Os setores primários e secundários estariam abalados pela crise de abastecimento.  Nós teríamos uma desaceleração da economia (esfriamento do progresso). Outra conseqüência seria da balança comercial (exportação x importação) estar negativa e se continuar assim entraremos numa crise econômica.

 Na parte rural teríamos falta de empregados capacitados como: bombeiros, policiais, professores, médicos, etc. E também teríamos que construir ou melhorar essa estrutura para não ter o aumento nas taxas de mortalidade e analfabetismo principalmente, e precisamos importar esses empregados. Na parte urbana ocorreu o êxodo urbano porque os pobres estão à procura de melhores condições na parte rural.

 Futuramente, as gerações seguintes da parte rural não teriam trabalhos suficientes por lá então estaria acontecendo o êxodo rural e a ‘’favelização’’ das metrópoles.

 Então Presidente acho melhor você mudar a constituição e se tornar um ditador assim terá bastante tempo pra resolver esses problemas.